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	<title>Arquivo de pneumologia - My Pneumologia</title>
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	<description>Plataforma multimédia dirigida à comunidade médica pneumológica e outros profissionais de saúde envolvidos no tratamento das doenças respiratórias</description>
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	<title>Arquivo de pneumologia - My Pneumologia</title>
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		<title>41.º Congresso de Pneumologia reafirma vitalidade científica da especialidade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gonçalo Martins]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Dec 2025 15:39:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O 41.º Congresso de Pneumologia encerrou com um balanço extremamente positivo, consolidando-se como um dos maiores e mais dinâmicos eventos alguma vez realizados pela Sociedade Portuguesa de Pneumologia (SPP), segundo o presidente Jorge Ferreira. Com um programa científico &#8220;de elevada qualidade&#8221;, o encontro serviu de palco para a partilha de conhecimento entre especialistas nacionais e [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">O 41.º Congresso de Pneumologia encerrou com um balanço extremamente positivo, consolidando-se como um dos maiores e mais dinâmicos eventos alguma vez realizados pela Sociedade Portuguesa de Pneumologia (SPP), segundo o presidente <strong>Jorge Ferreira</strong>. Com um programa científico &#8220;de elevada qualidade&#8221;, o encontro serviu de palco para a partilha de conhecimento entre especialistas nacionais e internacionais do setor. Assista à entrevista.</p>



<figure class="wp-block-embed aligncenter is-type-video is-provider-vimeo wp-block-embed-vimeo wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
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<p class="wp-block-paragraph">Jorge Ferreira destacou a amplitude invulgar da oferta científica deste ano, que contou com 173 sessões e mais de 460 apresentações de trabalhos de investigação e mesas de debate. Além do mérito académico, o dirigente sublinhou o &#8220;ambiente efervescente&#8221; e a forte componente social do evento, que descreveu como fundamental para a construção de uma mentalidade de grupo e para o fortalecimento da dinâmica futura da especialidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o presidente da SPP, o sucesso alcançado em termos de adesão e de satisfação dos participantes motiva a sociedade a dar continuidade a este projeto de unificação da comunidade médica.<br></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>“Desconhecimento da DPOC impede diagnóstico e rastreio”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gonçalo Martins]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Oct 2025 10:49:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[dpoc]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>José Alves, presidente da Fundação Portuguesa do Pulmão (FPP), destacou que a doença pulmonar obstrutiva crónica (DPOC) é uma patologia com morbilidade e mortalidade muito expressiva, mas que é &#8220;pouco conhecida&#8221; em Portugal. “A falta de conhecimento é mais evidente entre as pessoas que mais deveriam estar informadas, como os fumadores, que representam a principal [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph"><strong>José Alves</strong>, presidente da Fundação Portuguesa do Pulmão (FPP), destacou que a doença pulmonar obstrutiva crónica (DPOC) é uma patologia com morbilidade e mortalidade muito expressiva, mas que é &#8220;pouco conhecida&#8221; em Portugal. “A falta de conhecimento é mais evidente entre as pessoas que mais deveriam estar informadas, como os fumadores, que representam a principal causa de risco”, afirma o presidente da FPP, no âmbito da campanha &#8220;DPOC: Mais ar para viver&#8221;, promovida pela Sanofi, com o apoio da Fundação Portuguesa do Pulmão (FPP), da Associação Portuguesa de Medicina Geral e Familiar (APMGF), do Grupo de Estudos de Doenças Respiratórias (GRESP) da APMGF, da Sociedade Portuguesa de Pneumologia (SPP) e da RESPIRA.</p>



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<iframe title="“Desconhecimento da DPOC impede diagnóstico e rastreio”" src="https://player.vimeo.com/video/1122880224?dnt=1&amp;app_id=122963" width="640" height="360" frameborder="0" allow="autoplay; fullscreen; picture-in-picture; clipboard-write; encrypted-media; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin"></iframe>
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<p class="wp-block-paragraph">O pneumologista enfatizou que a DPOC pode ser diagnosticada precocemente, o que impede a evolução para estadios mais graves e proporciona uma vida mais longa e prazenteira aos doentes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo José Alves, o grande desafio é convencer os decisores políticos e clínicos sobre a necessidade de realizar a espirometria para o diagnóstico, nomeadamente em fumadores e pessoas com mais de 40 anos. Alertou que, apesar de ser a quinta causa de morte em Portugal, a DPOC é subdiagnosticada, estimando-se que dos 800 mil portugueses afetados, apenas 130 mil estão diagnosticados. Para a FPP, este tipo de iniciativas de visibilidade como a campanha “DPOC: Mais ar para viver&#8221; são cruciais para &#8220;alarmar as pessoas para um perigo desconhecido&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A FPP também está a ser mais interventiva, realizando rastreios em todo o país e preparando uma segunda fase em parceria com entidades como a Câmara de Lisboa e a Região Autónoma da Madeira, passando &#8220;das palavras aos atos&#8221;. José Alves concluiu que o rastreio da DPOC, ao contrário do cancro do pulmão, pode diminuir a morbilidade e a mortalidade em 100%, questionando por que razão não é implementado.</p>
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		<title>“A Medicina Geral e Familiar é a porta de entrada nos sistemas de Saúde para os doentes com DPOC”</title>
		<link>https://mypneumologia.pt/entrevistas/a-medicina-geral-e-familiar-e-a-porta-de-entrada-nos-sistemas-de-saude-para-os-doentes-com-dpoc/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gonçalo Martins]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Oct 2025 10:45:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Grupo de Estudos de Doenças Respiratórias (GRESP) da Associação Portuguesa de Medicina Geral e Familiar (APMGF), representado por Pedro Fonte, defende que os médicos de família desempenham um papel crucial no diagnóstico precoce da Doença Pulmonar Obstrutiva Crónica (DPOC). Durante uma iniciativa da campanha &#8220;DPOC: Mais ar para viver&#8221;, promovida pela Sanofi, Pedro Fonte [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">O Grupo de Estudos de Doenças Respiratórias (GRESP) da Associação Portuguesa de Medicina Geral e Familiar (APMGF), representado por <strong>Pedro Fonte</strong>, defende que os médicos de família desempenham um papel crucial no diagnóstico precoce da Doença Pulmonar Obstrutiva Crónica (DPOC). Durante uma iniciativa da campanha &#8220;DPOC: Mais ar para viver&#8221;, promovida pela Sanofi, Pedro Fonte destacou que o médico de família está na posição ideal para identificar e intervir de forma atempada, tanto na terapêutica farmacológica como na não-farmacológica. Assista à entrevista realizada na inauguração de uma escultura de balões que simboliza os pulmões, no Centro Comercial UBBO, em Lisboa.</p>



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<p class="wp-block-paragraph">A campanha, que procura sensibilizar para os principais sintomas da doença, é, segundo Pedro Fonte, uma ferramenta importante para aumentar a literacia da população e chamar a atenção para a doença, incentivando as pessoas a procurar o seu médico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além de reforçar a importância da literacia da população, Pedro Fonte salientou a necessidade de também se apostar na formação dos próprios profissionais de Saúde, que, devido à organização do sistema, nem sempre têm dado a devida atenção às doenças respiratórias. O médico defende que é preciso criar uma organização voltada para a área respiratória e que a política e a governação também têm de fornecer as ferramentas necessárias para o diagnóstico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo Pedro Fonte, a aposta nestas áreas, em conjunto com campanhas como a &#8220;DPOC: Mais ar para viver&#8221;, pode começar a fazer a diferença no tratamento da doença. Além do GRESP da APMGF, aliam-se à iniciativa a Fundação Portuguesa do Pulmão (FPP), a RESPIRA e a Sociedade Portuguesa de Pneumologia (SPP).</p>
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		<title>RESPIRA destaca a importância do diagnóstico precoce da DPOC</title>
		<link>https://mypneumologia.pt/entrevistas/respira-destaca-a-importancia-do-diagnostico-precoce-da-dpoc/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gonçalo Martins]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Oct 2025 10:43:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Associação Portuguesa de Pessoas com DPOC e outras Doenças Respiratórias Crónicas (RESPIRA), representada pelo seu presidente, José Albino, tem vindo a reforçar a importância de aumentar a literacia sobre a doença pulmonar obstrutiva crónica (DPOC). Durante a inauguração de uma escultura de balões que simboliza os pulmões, no âmbito da campanha &#8220;DPOC: Mais ar [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://mypneumologia.pt/entrevistas/respira-destaca-a-importancia-do-diagnostico-precoce-da-dpoc/">RESPIRA destaca a importância do diagnóstico precoce da DPOC</a> aparece primeiro em <a href="https://mypneumologia.pt">My Pneumologia</a>.</p>
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<p class="wp-block-paragraph">A Associação Portuguesa de Pessoas com DPOC e outras Doenças Respiratórias Crónicas (RESPIRA), representada pelo seu presidente, <strong>José Albino</strong>, tem vindo a reforçar a importância de aumentar a literacia sobre a doença pulmonar obstrutiva crónica (DPOC). Durante a inauguração de uma escultura de balões que simboliza os pulmões, no âmbito da campanha &#8220;DPOC: Mais ar para viver&#8221;, promovida pela Sanofi, José Albino alertou para o facto de a doença, apesar da sua enorme prevalência, ser frequentemente diagnosticada de forma tardia, devido ao desconhecimento dos sintomas. Veja a entrevista no âmbito da iniciativa, realizada no Centro Comercial UBBO, em Lisboa.</p>



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<iframe loading="lazy" title="RESPIRA destaca a importância do diagnóstico precoce da DPOC" src="https://player.vimeo.com/video/1121147727?h=510c1788e7&amp;dnt=1&amp;app_id=122963" width="640" height="360" frameborder="0" allow="autoplay; fullscreen; picture-in-picture; clipboard-write; encrypted-media; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin"></iframe>
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<p class="wp-block-paragraph">José Albino sublinhou que os sintomas da DPOC, como a tosse frequente, a falta de ar e o cansaço ao fazer atividades simples como subir escadas, são muitas vezes ignorados, sendo confundidos com o envelhecimento. O diagnóstico precoce é fundamental, como no seu próprio caso, que há 25 anos foi diagnosticado atempadamente e, por isso, continua a ter uma vida ativa. A campanha “DPOC: Mais ar para viver” pretende precisamente alertar para a importância de identificar estes sinais e procurar ajuda médica para realizar uma espirometria, um exame que avalia a capacidade respiratória.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A RESPIRA quer também colocar a DPOC na agenda dos decisores políticos, destacando-a como um problema de Saúde Pública que, tem um enorme impacto negativo na vida dos doentes e na economia do país.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A campanha &#8220;DPOC: Mais ar para viver&#8221; conta ainda com o apoio da Fundação Portuguesa do Pulmão (FPP), da Associação Portuguesa de Medicina Geral e Familiar (APMGF), do Grupo de Estudos de Doenças Respiratórias (GRESP) da APMGF e da Sociedade Portuguesa de Pneumologia (SPP).</p>
<p>O conteúdo <a href="https://mypneumologia.pt/entrevistas/respira-destaca-a-importancia-do-diagnostico-precoce-da-dpoc/">RESPIRA destaca a importância do diagnóstico precoce da DPOC</a> aparece primeiro em <a href="https://mypneumologia.pt">My Pneumologia</a>.</p>
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		<title>“A DPOC é uma crise de Saúde Pública silenciosa e devastadora”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gonçalo Martins]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Oct 2025 10:39:12 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Sanofi lançou a campanha “DPOC: Mais ar para viver” com o objetivo de dar visibilidade a uma patologia que afeta quase um milhão de portugueses, 1 em cada 7 portugueses de mais de 40 anos e é a quinta causa de morte no país, causando aproximadamente 2.500 mortes por ano. Sami Meniri, em representação [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A Sanofi lançou a campanha “DPOC: Mais ar para viver” com o objetivo de dar visibilidade a uma patologia que afeta quase um milhão de portugueses, 1 em cada 7 portugueses de mais de 40 anos e é a quinta causa de morte no país, causando aproximadamente 2.500 mortes por ano. <strong>Sami Meniri</strong>, em representação da Sanofi, destacou que a campanha é um esforço conjunto com os parceiros mais experientes na área respiratória, com o propósito de educar, prevenir, diagnosticar e tratar.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-vimeo wp-block-embed-vimeo wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe loading="lazy" title="“A DPOC é uma crise de Saúde Pública silenciosa e devastadora”" src="https://player.vimeo.com/video/1121147875?h=fcdc53789a&amp;dnt=1&amp;app_id=122963" width="640" height="360" frameborder="0" allow="autoplay; fullscreen; picture-in-picture; clipboard-write; encrypted-media; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin"></iframe>
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<p class="wp-block-paragraph">O evento de lançamento contou com uma escultura de balões em forma de pulmão, onde cada balão cheio representa a esperança e o ar, enquanto os balões vazios simbolizam a falta de ar e as exacerbações dos doentes que limitam a função respiratória.<br><br>Segundo Sami Meniri, o grande problema é que apenas dois em cada dez doentes são diagnosticados, o que significa que muitos vivem com a doença sem o saber. A tosse crónica , a falta de ar e o cansaço ao subir escadas, são os principais sintomas que as pessoas tendem a ignorar, pensando que são normais com a idade ou que se devem ao tabagismo.<br><br>A Sanofi acredita que é crucial que a doença pulmonar obstrutiva crónica seja reconhecida como uma prioridade de Saúde Pública nacional, com um plano nacional que inclua a prevenção, o diagnóstico precoce e tratamentos inovadores. Sami Meniri também ressalvou que a empresa investe em inovação e em ensaios clínicos em Portugal, com 10% deles dedicados à DPOC, para disponibilizar novos e mais eficazes tratamentos, como o primeiro tratamento biológico contra a doença.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://mypneumologia.pt/entrevistas/a-dpoc-e-uma-crise-de-saude-publica-silenciosa-e-devastadora/">“A DPOC é uma crise de Saúde Pública silenciosa e devastadora”</a> aparece primeiro em <a href="https://mypneumologia.pt">My Pneumologia</a>.</p>
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