Opinião

Asma e gravidez: "mau controlo da asma acarreta maior risco para o feto do que o tratamento por si só"
Dr.ª Rita Gerardo e Dr.ª Lígia Fernandes, Comissão de Alergologia Respiratória da Sociedade Portuguesa de Pneumologia
06 Set. 2019

A asma é uma doença comum caracterizada por inflamação crónica e obstrução transitória e potencialmente reversível das vias aéreas. A obstrução é variável e frequentemente reversível, quer espontaneamente quer após recurso a medicação. 

Hipertensão pulmonar: o desafio de diagnosticar e tratar precocemente
Prof. Doutor Mário Santos, cardiologista da Unidade de Doença Vascular Pulmonar do Hospital Santo António/Centro Hospitalar Universitário do Porto
10 maio 2019

Hipertensão pulmonar designa um aumento da pressão sanguínea na artéria pulmonar. A simplicidade desta definição contrasta com a sua complexidade etiológica, que torna exigente a tarefa clínica de encontrar a patologia causadora deste distúrbio de pressão. São várias dezenas as entidades clínicas que podem provocar hipertensão pulmonar, desde a insuficiência cardíaca esquerda ou a doença pulmonar obstrutiva crónica, muito prevalentes na população geral, até patologias mais raras, como a sarcoidose ou o angiossarcoma. Comum a todas elas é o facto de a presença de hipertensão pulmonar constituir um sinal de pior prognóstico.

 

Definição de tratamentos na ambicionada Medicina de Precisão. Serão os testes genéticos a resposta?
Dr.ª Joana Espiga de Macedo, médica oncologista no Centro Hospitalar de Entre o Douro e Vouga
18 Jan. 2019

Desde longa data que, nos tumores sólidos, a biópsia tecidular é o exame de excelência para diagnóstico histológico e estudos imunoquímicos, genéticos e moleculares das diversas neoplasias. Tradicionalmente, as ferramentas anatómicas, patológicas e também as imagiológicas permitiram, em combinação, uma avaliação de cada tumor sólido e o seu estadiamento de acordo com a classificação clínica de Tumor, Nódulo e Metástase (TNM). Até à data, a maioria dos tratamentos em Oncologia são baseados nesse estadiamento e classificação. Acrescentar informação obtida através da Medicina Molecular é essencial para otimizar a terapêutica de cada doente e de cada tumor.

Doenças respiratórias: prevenção de agudizações
Dr.ª Cidália Rodrigues, pneumologista do Centro Hospitalar Universitário de Coimbra
28 Dez. 2018

Em Portugal, as doenças respiratórias, em particular as doenças respiratórias crónicas e as suas agudizações, continuam a ser uma das principais causas de morbilidade, mortalidade e consumo de recursos de saúde.

Tabaco e pneumonias
Dr. José Augusto Simões, membro do GRESP
21 Dez. 2018

Desde a década de 50 do século XX que o tabaco começou a ser mais consumido, fruto de campanhas publicitárias com atores de cinema, e começou também a ser implicado no aumento da incidência das doenças cardiovasculares, respiratórias e malignas, independentemente do tipo de tabaco consumido.

 

Mudanças terapêuticas no cancro do pulmão e consequentes mudanças prognósticas
Dr. Fernando Barata, presidente do Grupo de Estudos Cancro do Pulmão
21 Dez. 2018

Dados de 2018 da Agência Internacional para a Pesquisa do Cancro referem que um em cada cinco homens e uma em cada seis mulheres terão cancro durante as suas vidas. Também um em cada oito homens e uma em cada onze mulheres morrerão desta doença. 

 

Cancro do Pulmão: evolução e tratamento
Dr.ª Fernanda Estevinho, médica especialista em Oncologia Médica, Hospital Pedro Hispano, Matosinhos
29 Nov. 2018

Muitos têm sido os esforços efetuados nos últimos anos para conhecer a Biologia Molecular e o papel do microambiente tumoral no cancro do pulmão, o que já nos permite realizar terapêuticas dirigidas (a mutações, à interação entre o sistema imune e a neoplasia...) e melhorar a qualidade de vida e a sobrevivência do doente. É também de realçar que, para diminuir a morbilidade e mortalidade causada pelo cancro do pulmão, a prevenção e o diagnóstico precoce são essenciais.

 

As infeções respiratórias e o deficit de vitamina D
Dr. António Carvalheira Santos, chefe de Serviço de Pneumologia do Hospital Pulido Valente
19 Abr. 2018

A vitamina D tem sido alvo particular de estudo nos últimos anos. Uma das particularidades que tem sido avaliada é a sua influência nas infeções respiratórias agudas.

VNI em fase aguda: Viagem Não Indicada para se ir sozinho!
Enf.ª Tânia Leite, Serviço Medicina Intensiva, Hospital Beatriz Ângelo
19 Abr. 2018

O uso da ventilação não invasiva com pressão positiva (VNI) para o tratamento de doentes com insuficiência respiratória aguda ou crónica agudizada foi, certamente, um dos maiores avanços da ventilação mecânica nas últimas duas décadas. Apesar do seu uso ser relativamente recente, o grande número de séries de casos, ensaios clínicos randomizados, meta-análises ou revisões sistemáticas, assim como conferências de consenso e diretrizes publicadas até o presente momento, tornaram a aplicação desta técnica mais "baseada em evidências" do que provavelmente qualquer outra medida de suporte ventilatório.  

DPOC: O que há de novo na prática clínica?
Prof. Doutor Raul de Amaral-Marques, pneumologista e imunoalergologista, diretor clínico da Pneumomedical
18 Jan. 2018

A DPOC é uma doença comum, prevenível e tratável, caracterizada por sintomas respiratórios persistentes e uma limitação do débito aéreo associada a uma resposta inflamatória crónica das vias aéreas a partículas ou gases nocivos. Os sintomas respiratórios mais comuns são: dispneia, tosse e/ou expetoração.

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