<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>My Pneumologia</title>
	<atom:link href="https://mypneumologia.pt/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://mypneumologia.pt/</link>
	<description>Plataforma multimédia dirigida à comunidade médica pneumológica e outros profissionais de saúde envolvidos no tratamento das doenças respiratórias</description>
	<lastBuildDate>Thu, 06 Aug 2026 09:58:28 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-PT</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=7.0.3</generator>

<image>
	<url>https://mypneumologia.pt/wp-content/uploads/2025/07/cropped-Pneumologia-32x32.png</url>
	<title>My Pneumologia</title>
	<link>https://mypneumologia.pt/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Combinação terapêutica abre portas a uma personalização eficaz nos doentes EGFR</title>
		<link>https://mypneumologia.pt/entrevistas/combinacao-terapeutica-abre-portas-a-uma-personalizacao-eficaz-nos-doentes-egfr/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gonçalo Martins]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 09:58:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://mypneumologia.pt/?p=11247</guid>

					<description><![CDATA[<p>Filipa Ferro, do Hospital Pulido Valente, esteve presente na primeira sessão da iniciativa &#8220;Deep Breath Deep Care&#8221;, realizado na sede lisboeta da AstraZeneca, onde se discutiu a mudança de paradigma no tratamento do cancro do pulmão. Veja o depoimento. A especialista explicou que a introdução de estratégias de combinação, que associam a terapêutica-alvo à quimioterapia, [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://mypneumologia.pt/entrevistas/combinacao-terapeutica-abre-portas-a-uma-personalizacao-eficaz-nos-doentes-egfr/">Combinação terapêutica abre portas a uma personalização eficaz nos doentes EGFR</a> aparece primeiro em <a href="https://mypneumologia.pt">My Pneumologia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><strong>Filipa Ferro</strong>, do Hospital Pulido Valente, esteve presente na primeira sessão da iniciativa &#8220;Deep Breath Deep Care&#8221;, realizado na sede lisboeta da AstraZeneca, onde se discutiu a mudança de paradigma no tratamento do cancro do pulmão. Veja o depoimento.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-vimeo wp-block-embed-vimeo wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="02_FILIPA FERRO" src="https://player.vimeo.com/video/1208460151?h=f878aa582e&amp;dnt=1&amp;app_id=122963" width="640" height="360" frameborder="0" allow="autoplay; fullscreen; picture-in-picture; clipboard-write; encrypted-media; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin"></iframe>
</div></figure>



<p class="wp-block-paragraph">A especialista explicou que a introdução de estratégias de combinação, que associam a terapêutica-alvo à quimioterapia, está a revolucionar a abordagem clínica para doentes com mutações EGFR. Este avanço representa um passo além da tradicional discussão sobre qual o inibidor de tirosina quinase (TKI) isolado seria mais eficaz, demonstrando agora resultados com respostas substancialmente mais prolongadas no tempo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para a médica, o sucesso desta abordagem reside numa personalização detalhada, que começa logo na caracterização exata do tumor e do seu perfil mutacional. O objetivo da equipa foca-se em equilibrar o controlo máximo da doença com a tolerabilidade às toxicidades, integrando sempre o estado geral e as preferências do doente numa decisão clínica partilhada.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://mypneumologia.pt/entrevistas/combinacao-terapeutica-abre-portas-a-uma-personalizacao-eficaz-nos-doentes-egfr/">Combinação terapêutica abre portas a uma personalização eficaz nos doentes EGFR</a> aparece primeiro em <a href="https://mypneumologia.pt">My Pneumologia</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Estudo FLAURA2 comprova aumento na sobrevivência e levanta novos desafios na prática clínica</title>
		<link>https://mypneumologia.pt/entrevistas/estudo-flaura2-comprova-aumento-na-sobrevivencia-e-levanta-novos-desafios-na-pratica-clinica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gonçalo Martins]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 09:57:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://mypneumologia.pt/?p=11244</guid>

					<description><![CDATA[<p>No decorrer do &#8220;Deep Breath Deep Care&#8221;, uma iniciativa organizada pela AstraZeneca, cuja primeira sessão teve lugar nas suas instalações em Lisboa, Marcos Pantarotto, especialista da Fundação Champalimaud, partilhou os seus pontos de vista sobre os avanços recentes no tratamento do cancro do pulmão, nomeadamente as conclusões do estudo FLAURA2. Veja o vídeo. Marcos Pantarotto [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://mypneumologia.pt/entrevistas/estudo-flaura2-comprova-aumento-na-sobrevivencia-e-levanta-novos-desafios-na-pratica-clinica/">Estudo FLAURA2 comprova aumento na sobrevivência e levanta novos desafios na prática clínica</a> aparece primeiro em <a href="https://mypneumologia.pt">My Pneumologia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">No decorrer do &#8220;Deep Breath Deep Care&#8221;, uma iniciativa organizada pela AstraZeneca, cuja primeira sessão teve lugar nas suas instalações em Lisboa, <strong>Marcos Pantarotto</strong>, especialista da Fundação Champalimaud, partilhou os seus pontos de vista sobre os avanços recentes no tratamento do cancro do pulmão, nomeadamente as conclusões do estudo FLAURA2. Veja o vídeo.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-vimeo wp-block-embed-vimeo wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="05_MARCOS PANTAROTTO" src="https://player.vimeo.com/video/1208460155?h=8ca8ff1040&amp;dnt=1&amp;app_id=122963" width="640" height="360" frameborder="0" allow="autoplay; fullscreen; picture-in-picture; clipboard-write; encrypted-media; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin"></iframe>
</div></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Marcos Pantarotto destacou que a estratégia terapêutica avaliada no estudo FLAURA2 apresenta resultados promissores ao aumentar significativamente a sobrevivência dos doentes. No entanto, o oncologista alertou que esse benefício exige um esforço clínico rigoroso para identificar quais os melhores candidatos a esta abordagem, minimizando o impacto na qualidade de vida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O médico frisou ainda que os doentes com patologias mais agressivas, como aqueles que apresentam mutações TP53 ou metástases cerebrais, e que mostram capacidade para tolerar a carga terapêutica, são os que mais poderão beneficiar. Esta seleção criteriosa evidencia a importância crucial da experiência e avaliação partilhada de pneumologistas e oncologistas que acompanham os casos no dia a dia.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://mypneumologia.pt/entrevistas/estudo-flaura2-comprova-aumento-na-sobrevivencia-e-levanta-novos-desafios-na-pratica-clinica/">Estudo FLAURA2 comprova aumento na sobrevivência e levanta novos desafios na prática clínica</a> aparece primeiro em <a href="https://mypneumologia.pt">My Pneumologia</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Análise de subgrupos do estudo FLAURA2 redefine opções na prática clínica</title>
		<link>https://mypneumologia.pt/entrevistas/analise-de-subgrupos-do-estudo-flaura2-redefine-opcoes-na-pratica-clinica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gonçalo Martins]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 09:56:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://mypneumologia.pt/?p=11250</guid>

					<description><![CDATA[<p>Na primeira sessão do encontro &#8220;Deep Breath Deep Care&#8221;, organizado nas instalações da AstraZeneca em Lisboa, Mariana Sardinha, médica no Hospital dos Capuchos, partilhou importantes evidências científicas sobre o tratamento de primeira linha. Assista à entrevista. Mariana Sardinha destacou que os dados mais recentes reforçam a eficácia da combinação de quimioterapia com osimertinib como o [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://mypneumologia.pt/entrevistas/analise-de-subgrupos-do-estudo-flaura2-redefine-opcoes-na-pratica-clinica/">Análise de subgrupos do estudo FLAURA2 redefine opções na prática clínica</a> aparece primeiro em <a href="https://mypneumologia.pt">My Pneumologia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Na primeira sessão do encontro &#8220;Deep Breath Deep Care&#8221;, organizado nas instalações da AstraZeneca em Lisboa, <strong>Mariana Sardinha</strong>, médica no Hospital dos Capuchos, partilhou importantes evidências científicas sobre o tratamento de primeira linha. Assista à entrevista.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-vimeo wp-block-embed-vimeo wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="04_MARIANA SARDINHA" src="https://player.vimeo.com/video/1208460152?h=de55438e86&amp;dnt=1&amp;app_id=122963" width="640" height="360" frameborder="0" allow="autoplay; fullscreen; picture-in-picture; clipboard-write; encrypted-media; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin"></iframe>
</div></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Mariana Sardinha destacou que os dados mais recentes reforçam a eficácia da combinação de quimioterapia com osimertinib como o novo padrão de cuidados em doentes com mutação EGFR. As análises exploratórias demonstram benefícios em termos de sobrevivência global e livre de progressão, sendo particularmente expressivos em subgrupos de pior prognóstico, como casos de metástases no sistema nervoso central ou elevada carga de doença.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A especialista referiu que estas evidências trazem uma maior flexibilidade ao contexto clínico, permitindo desenhar diferentes planos de tratamento à medida. A escolha entre intensificar a terapêutica para obter mais resposta ou priorizar o conforto e comodidade deve ser amplamente discutida com o doente, avaliando o perfil de toxicidade que cada pessoa é capaz de gerir.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://mypneumologia.pt/entrevistas/analise-de-subgrupos-do-estudo-flaura2-redefine-opcoes-na-pratica-clinica/">Análise de subgrupos do estudo FLAURA2 redefine opções na prática clínica</a> aparece primeiro em <a href="https://mypneumologia.pt">My Pneumologia</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>O papel fulcral da Enfermagem no acompanhamento contínuo do doente com cancro do pulmão</title>
		<link>https://mypneumologia.pt/entrevistas/o-papel-fulcral-da-enfermagem-no-acompanhamento-continuo-do-doente-com-cancro-do-pulmao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gonçalo Martins]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 09:56:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://mypneumologia.pt/?p=11253</guid>

					<description><![CDATA[<p>Durante o primeiro evento &#8220;Deep Breath Deep Care&#8221;, promovido pela AstraZeneca em Lisboa, a enfermeira Albertina Santos, do Hospital da Luz, abordou a importância de centrar os cuidados na pessoa e não apenas na evolução clínica da doença. Veja a entrevista. A enfermeira salientou que o percurso dos doentes com cancro do pulmão é complexo [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://mypneumologia.pt/entrevistas/o-papel-fulcral-da-enfermagem-no-acompanhamento-continuo-do-doente-com-cancro-do-pulmao/">O papel fulcral da Enfermagem no acompanhamento contínuo do doente com cancro do pulmão</a> aparece primeiro em <a href="https://mypneumologia.pt">My Pneumologia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Durante o primeiro evento &#8220;Deep Breath Deep Care&#8221;, promovido pela AstraZeneca em Lisboa, a enfermeira <strong>Albertina Santos</strong>, do Hospital da Luz, abordou a importância de centrar os cuidados na pessoa e não apenas na evolução clínica da doença. Veja a entrevista.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-vimeo wp-block-embed-vimeo wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe loading="lazy" title="01_ALBERTINA SANTOS-" src="https://player.vimeo.com/video/1208460153?h=db1256897d&amp;dnt=1&amp;app_id=122963" width="640" height="360" frameborder="0" allow="autoplay; fullscreen; picture-in-picture; clipboard-write; encrypted-media; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin"></iframe>
</div></figure>



<p class="wp-block-paragraph">A enfermeira salientou que o percurso dos doentes com cancro do pulmão é complexo e altamente desafiante, exigindo um apoio multidisciplinar contínuo. De acordo com Albertina Santos, a intervenção da Enfermagem é essencial na gestão de sintomas e efeitos adversos das novas terapêuticas, desempenhando simultaneamente uma função vital no suporte emocional e na capacitação dos doentes perante uma realidade que altera profundamente as suas dinâmicas de vida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com a introdução de novas linhas de tratamento que prolongam a sobrevivência global, a enfermeira destacou que os profissionais enfrentam uma necessidade constante de atualização técnica. Este cenário requer um acompanhamento cada vez mais estruturado, focado na educação para o tratamento e ajustado às comorbilidades individuais ao longo de toda a trajetória do doente.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://mypneumologia.pt/entrevistas/o-papel-fulcral-da-enfermagem-no-acompanhamento-continuo-do-doente-com-cancro-do-pulmao/">O papel fulcral da Enfermagem no acompanhamento contínuo do doente com cancro do pulmão</a> aparece primeiro em <a href="https://mypneumologia.pt">My Pneumologia</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Reuniões multidisciplinares e opinião do doente guiam decisões na era da precisão</title>
		<link>https://mypneumologia.pt/entrevistas/reunioes-multidisciplinares-e-opiniao-do-doente-guiam-decisoes-na-era-da-precisao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gonçalo Martins]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 09:56:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://mypneumologia.pt/?p=11241</guid>

					<description><![CDATA[<p>No âmbito da iniciativa &#8220;Deep Breath Deep Care&#8221;, promovida pela AstraZeneca, em Lisboa, Margarida Felizardo, pneumologista no Hospital Beatriz Ângelo e no Hospital da Luz, colocou em evidência os novos desafios na tomada de decisão médica com o surgimento novas opções terapêuticas no cancro do pulmão. Assista à entrevista em vídeo. Margarida Felizardo celebrou o [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://mypneumologia.pt/entrevistas/reunioes-multidisciplinares-e-opiniao-do-doente-guiam-decisoes-na-era-da-precisao/">Reuniões multidisciplinares e opinião do doente guiam decisões na era da precisão</a> aparece primeiro em <a href="https://mypneumologia.pt">My Pneumologia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">No âmbito da iniciativa &#8220;Deep Breath Deep Care&#8221;, promovida pela AstraZeneca, em Lisboa, <strong>Margarida Felizardo</strong>, pneumologista no Hospital Beatriz Ângelo e no Hospital da Luz, colocou em evidência os novos desafios na tomada de decisão médica com o surgimento novas opções terapêuticas no cancro do pulmão. Assista à entrevista em vídeo.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-vimeo wp-block-embed-vimeo wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe loading="lazy" title="03_MARGARIDA FELIZARDO" src="https://player.vimeo.com/video/1208460520?h=63618a6cea&amp;dnt=1&amp;app_id=122963" width="640" height="360" frameborder="0" allow="autoplay; fullscreen; picture-in-picture; clipboard-write; encrypted-media; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin"></iframe>
</div></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Margarida Felizardo celebrou o aparecimento de novas alternativas que expandem a eficácia terapêutica no cancro do pulmão avançado, marcando uma evolução necessária face ao paradigma focado apenas na monoterapia. Com mais ferramentas válidas ao dispor, a médica frisou que o grande desafio atual reside em debater exaustivamente estas opções em comissões multidisciplinares para adequar a estratégia ao perfil de cada doente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A especialista sublinhou que a escolha do tratamento envolve obrigatoriamente a consideração das comorbilidades e o impacto dos efeitos secundários na rotina diária da pessoa. A transição dos dados robustos extraídos dos ensaios clínicos para a prática real em ambiente hospitalar constitui uma fase desafiante, mas essencial para otimizar os resultados em saúde.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://mypneumologia.pt/entrevistas/reunioes-multidisciplinares-e-opiniao-do-doente-guiam-decisoes-na-era-da-precisao/">Reuniões multidisciplinares e opinião do doente guiam decisões na era da precisão</a> aparece primeiro em <a href="https://mypneumologia.pt">My Pneumologia</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Até 20% dos casos de cancro do pulmão ocorrem em não fumadores: especialista alerta para os perigos do diagnóstico tardio</title>
		<link>https://mypneumologia.pt/entrevistas/ate-20-dos-casos-de-cancro-do-pulmao-ocorrem-em-nao-fumadores-especialista-alerta-para-os-perigos-do-diagnostico-tardio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sofia Freitas]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Jul 2026 14:30:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://mypneumologia.pt/?p=11291</guid>

					<description><![CDATA[<p>A propósito do Dia Mundial do Cancro do Pulmão, que se assinala a 1 de agosto, o pneumologista David Araújo, da Unidade Local de Saúde de São João e membro da comissão científica do Grupo de Estudos do Cancro do Pulmão (GECP), deixa um apelo. Embora esta neoplasia continue a figurar entre as principais causas [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://mypneumologia.pt/entrevistas/ate-20-dos-casos-de-cancro-do-pulmao-ocorrem-em-nao-fumadores-especialista-alerta-para-os-perigos-do-diagnostico-tardio/">Até 20% dos casos de cancro do pulmão ocorrem em não fumadores: especialista alerta para os perigos do diagnóstico tardio</a> aparece primeiro em <a href="https://mypneumologia.pt">My Pneumologia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A propósito do Dia Mundial do Cancro do Pulmão, que se assinala a 1 de agosto, o pneumologista <strong>David Araújo</strong>, da Unidade Local de Saúde de São João e membro da comissão científica do Grupo de Estudos do Cancro do Pulmão (GECP), deixa um apelo. Embora esta neoplasia continue a figurar entre as principais causas de morte por doença oncológica em Portugal, o especialista enfatiza que o grande fator determinante para a sobrevivência é o estadio em que a doença é detetada. Em entrevista, o médico aborda os desafios da implementação de um programa de rastreio organizado no país, o papel indispensável da Medicina Geral e Familiar (MGF) e o combate ao estigma de uma doença que afeta também uma franja expressiva de não fumadores.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O desafio do diagnóstico precoce e a realidade dos não fumadores</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O principal obstáculo na abordagem ao cancro do pulmão reside na sua natureza silenciosa nas fases iniciais. Por apresentarem sintomas pouco específicos ou facilmente desvalorizados, muitos doentes só recorrem à observação médica quando a doença já metastatizou, inviabilizando tratamentos com intenção curativa. A este cenário junta-se a necessidade de desconstruir a ideia de que a patologia atinge exclusivamente os consumidores de tabaco.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Ainda existe muito estigma de que é uma doença dos fumadores. De facto, a grande maioria — 80% — são. Mas há uma franja de doentes que pode ir até 20% que são não fumadores. Como é uma neoplasia tão prevalente, estes doentes existem em número muito significativo e, infelizmente, neles o diagnóstico costuma ser ainda mais tardio, porque não se está à espera de cancro do pulmão num não fumador”, refere<strong> </strong>David Araújo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além da deteção, o especialista aponta assimetrias regionais no acesso a exames de imagem e biópsias, que por vezes atrasam a marcha diagnóstica e a chegada ao tratamento.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Rastreio nacional: desafios logísticos e inteligência artificial</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A implementação de programas organizados de rastreio por tomografia computorizada (TAC) de baixa dose está comprovada como uma medida eficaz para inverter a pirâmide do diagnóstico e reduzir a mortalidade. Contudo, o pneumologista alerta que a sua concretização exige uma logística sólida.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao contrário de outros rastreios, a TAC torácica identifica frequentemente achados acidentais e requer capacidade de resposta multidisciplinar para evitar falsos alarmes e perdas de adesão. Adicionalmente, escasseiam recursos humanos para os relatórios dos exames.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Para conseguirmos ter um programa a nível nacional, teremos que ter o auxílio da inteligência artificial para triar os exames normais. Assim, o olhar humano consegue focar-se naqueles que verdadeiramente têm alterações, libertando tempo e concentração. O rastreio envolve muitos profissionais e recursos; os estudos-piloto em curso são fundamentais para provar o conceito e olear estratégias em cada região”, explica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">David Araújo reforça ainda que qualquer programa de rastreio deve nascer obrigatoriamente associado a consultas de cessação tabágica, potenciando os ganhos de Saúde Pública.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>A porta de entrada nos Cuidados de Saúde Primários</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o especialista da ULS São João, a Medicina Geral e Familiar representa a &#8220;pedra basilar&#8221; de todo o processo. O médico de família é habitualmente a primeira linha de contacto e deve manter-se vigilante a sinais como tosse persistente, falta de ar sem explicação, expetoração com sangue, perda de peso não justificada ou dores persistentes.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">David Araújo defende a criação de &#8220;vias verdes&#8221; de diagnóstico hospitalar para que, perante uma suspeita fundada na MGF, o doente seja referenciado com caráter urgente. Desta forma, encurta-se o tempo entre os exames de estadiamento e a decisão terapêutica final.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Prevenção: das novas formas de tabaco à poluição atmosférica</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Embora o combate ao tabagismo permaneça a prioridade máxima na prevenção, o médico demonstra especial preocupação com a adesão dos jovens às novas formas de consumo de tabaco, que correm o risco de regredir conquistas de Saúde Pública e criar fumadores crónicos na idade adulta.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por outro lado, no universo da população não fumadora, é essencial atuar sobre outros fatores ambientais e comportamentais: promover a redução de partículas poluentes na atmosfera já classificadas pela OMS como cancerígenas; garantir o cumprimento de medidas de proteção respiratória em contextos de trabalho expostos a gases nocivos e químicos; incentivar a prática regular de exercício físico e uma alimentação saudável, que reduzem o risco de várias patologias oncológicas; capacitar a população para reconhecer fatores de risco e sintomas de alerta precocemente.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>As novas perspetivas no Dia Mundial do Cancro do Pulmão&nbsp;</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Assinalando a efeméride do Dia Mundial do Cancro do Pulmão, David Araújo deixa uma mensagem de confiança. A evolução da Medicina personalizada, da imunoterapia e das terapêuticas-alvo transformou uma doença outrora sem resposta num cenário onde é possível alcançar a sobrevivência a longo prazo com boa qualidade de vida, mesmo em estadios metastáticos.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;A ciência evoluiu imenso e hoje não tratamos apenas um tipo de cancro do pulmão, mas sim dezenas de variantes com terapêuticas específicas. O futuro é promissor, mas exige que trabalhemos em equipa: em articulação com os Cuidados Primários, entre especialidades hospitalares e, sobretudo, numa decisão partilhada com o doente e a sua família”, finaliza.&nbsp;<br></p>
<p>O conteúdo <a href="https://mypneumologia.pt/entrevistas/ate-20-dos-casos-de-cancro-do-pulmao-ocorrem-em-nao-fumadores-especialista-alerta-para-os-perigos-do-diagnostico-tardio/">Até 20% dos casos de cancro do pulmão ocorrem em não fumadores: especialista alerta para os perigos do diagnóstico tardio</a> aparece primeiro em <a href="https://mypneumologia.pt">My Pneumologia</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Medicina de Precisão está a transformar a abordagem ao cancro do pulmão</title>
		<link>https://mypneumologia.pt/entrevistas/medicina-de-precisao-esta-a-transformar-a-abordagem-ao-cancro-do-pulmao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sofia Freitas]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Jul 2026 14:27:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://mypneumologia.pt/?p=11288</guid>

					<description><![CDATA[<p>No âmbito do Dia Mundial do Cancro do Pulmão, Daniela Madama da comissão científica do Grupo de Estudos do Cancro do Pulmão (GECP) e da Unidade Local de Saúde de Coimbra destaca a transformação que se tem verificado na abordagem desta doença, impulsionada pelos avanços da Medicina de Precisão, pela identificação de biomarcadores e pelo [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://mypneumologia.pt/entrevistas/medicina-de-precisao-esta-a-transformar-a-abordagem-ao-cancro-do-pulmao/">Medicina de Precisão está a transformar a abordagem ao cancro do pulmão</a> aparece primeiro em <a href="https://mypneumologia.pt">My Pneumologia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">No âmbito do Dia Mundial do Cancro do Pulmão,<strong> Daniela Madama </strong>da comissão científica do Grupo de Estudos do Cancro do Pulmão (GECP) e da Unidade Local de Saúde de Coimbra destaca a transformação que se tem verificado na abordagem desta doença, impulsionada pelos avanços da Medicina de Precisão, pela identificação de biomarcadores e pelo desenvolvimento de novas estratégias terapêuticas. Em entrevista, a especialista explica de que forma estes progressos estão a permitir uma abordagem cada vez mais personalizada e orientada para as características de cada doente. Veja o vídeo.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-vimeo wp-block-embed-vimeo"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe loading="lazy" title="DANIELA MADAMA" src="https://player.vimeo.com/video/1213530351?dnt=1&amp;app_id=122963" width="640" height="360" frameborder="0" allow="autoplay; fullscreen; picture-in-picture; clipboard-write; encrypted-media; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin"></iframe>
</div></figure>



<p class="wp-block-paragraph">A especialista começa por sublinhar que o cancro do pulmão é atualmente encarado de forma muito diferente da que existia há alguns anos. &#8220;Hoje não falamos propriamente de uma doença única, mas de um conjunto de patologias com características biológicas e moleculares distintas, que exigem terapêuticas cada vez mais específicas&#8221;, afirma.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esta evolução, explica, tornou indispensável uma abordagem multidisciplinar, envolvendo especialidades como Pneumologia, Oncologia Médica, Cirurgia Torácica, Radioncologia, Anatomia Patológica, Imagiologia e Medicina Nuclear. &#8220;É esta articulação que nos permite decidir o melhor percurso terapêutico para cada doente&#8221;, refere, acrescentando que a escolha do tratamento deve também considerar o estado clínico, as comorbilidades e as preferências do próprio doente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os avanços que mais têm marcado a prática clínica, a médica destaca as terapêuticas dirigidas e a imunoterapia. &#8220;O conhecimento crescente da biologia molecular permitiu identificar alterações específicas que podem ser alvo de tratamentos mais eficazes e seletivos&#8221;, salienta, referindo que estes tratamentos têm contribuído para um controlo mais prolongado da doença e para uma melhoria da qualidade de vida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Relativamente à imunoterapia, considera que esta representou &#8220;uma verdadeira mudança de paradigma&#8221; no tratamento do cancro do pulmão. Segundo explica, a utilização desta estratégia em diferentes fases da doença e em associação com outras modalidades terapêuticas tem permitido melhorar o controlo da doença e aumentar o potencial de cura em determinados contextos clínicos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O futuro passa, na sua perspetiva, pelo desenvolvimento de novas gerações de terapêuticas capazes de ultrapassar mecanismos de resistência, pela introdução de novas classes de fármacos, como os conjugados anticorpo-fármaco (ADC), e pela evolução dos biomarcadores. A biópsia líquida e a análise do ADN tumoral circulante poderão assumir um papel crescente na identificação precoce de alterações moleculares, na monitorização da resposta ao tratamento e na deteção de recidivas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A propósito do Dia Mundial do Cancro do Pulmão, a especialista reforça ainda a importância da prevenção, do diagnóstico precoce e da referenciação atempada. &#8220;Temos de continuar a promover a cessação tabágica e a combater o estigma associado ao cancro do pulmão, sem esquecer que também existem doentes não fumadores que desenvolvem esta doença&#8221;, afirma. Como mensagem final, deixa um compromisso de esperança: &#8220;Há novas estratégias terapêuticas a surgir continuamente e o objetivo é garantir que cada doente tenha acesso, de forma equitativa, ao tratamento mais adequado à sua situação clínica.&#8221;</p>
<p>O conteúdo <a href="https://mypneumologia.pt/entrevistas/medicina-de-precisao-esta-a-transformar-a-abordagem-ao-cancro-do-pulmao/">Medicina de Precisão está a transformar a abordagem ao cancro do pulmão</a> aparece primeiro em <a href="https://mypneumologia.pt">My Pneumologia</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Estigma e impacto emocional atrasam procura de ajuda médica no cancro do pulmão</title>
		<link>https://mypneumologia.pt/atualidade/estigma-e-impacto-emocional-atrasam-procura-de-ajuda-medica-no-cancro-do-pulmao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sofia Freitas]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Jul 2026 14:19:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://mypneumologia.pt/?p=11283</guid>

					<description><![CDATA[<p>No âmbito do Dia Mundial do Cancro do Pulmão, assinalado a 1 de agosto, a sexta edição da campanha “O Cancro do Pulmão Não Tira Férias” alerta que nove em cada dez doentes sofrem impacto emocional após o diagnóstico. Especialistas e associações de doentes advertem que o estigma e o sentimento de culpa associados à [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://mypneumologia.pt/atualidade/estigma-e-impacto-emocional-atrasam-procura-de-ajuda-medica-no-cancro-do-pulmao/">Estigma e impacto emocional atrasam procura de ajuda médica no cancro do pulmão</a> aparece primeiro em <a href="https://mypneumologia.pt">My Pneumologia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">No âmbito do Dia Mundial do Cancro do Pulmão, assinalado a 1 de agosto, a sexta edição da campanha “O Cancro do Pulmão Não Tira Férias” alerta que nove em cada dez doentes sofrem impacto emocional após o diagnóstico. Especialistas e associações de doentes advertem que o estigma e o sentimento de culpa associados à doença alimentam o isolamento e contribuem para o atraso na procura de cuidados de saúde em fases em que o tempo é determinante.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O alerta fundamenta-se nos dados do relatório <em>Lung Cancer and Mental Health – 10th LuCE Report on Lung Cancer</em>, que revela que 76,7% dos doentes temem a progressão da patologia, mais de metade (53,7%) reporta tristeza pós-diagnóstico, um em cada quatro é diagnosticado com depressão e um em cada cinco com ansiedade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em Portugal, o cancro do pulmão foi a quarta neoplasia mais diagnosticada em 2024, com 6 148 novos casos, e a principal causa de mortalidade oncológica, registando 5 589 óbitos no mesmo ano. A nível global, os dados do Globocan apontam para cerca de 2,6 milhões de novos diagnósticos e mais de 1,8 milhões de mortes.</p>



<h4 class="wp-block-heading">A responsabilidade individual e as barreiras no acesso</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar da elevada dimensão epidemiológica, o cancro do pulmão continua fortemente conotado com a perceção de responsabilidade individual devido à sua ligação ao tabagismo. Esta associação gera sentimentos de auto-responsabilização e vergonha, afetando inclusive doentes que nunca fumaram.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;O cancro do pulmão continua a ser uma das poucas doenças em que muitos doentes sentem necessidade de explicar porque adoeceram. Esta culpa pode aumentar o sofrimento emocional e criar barreiras precisamente no momento em que a pessoa mais precisa de procurar ajuda&#8221;, afirma Jorge Ferreira, presidente da Sociedade Portuguesa de Pneumologia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A evidência científica confirma que o estigma reduz a qualidade de vida, agrava os sintomas depressivos e retarda o contacto com o médico. Embora o tabagismo permaneça como o principal fator de risco modificável, os especialistas recordam a natureza multifatorial da patologia, que inclui exposições ambientais, fatores ocupacionais e predisposição genética.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Continuar a informar sobre os fatores de risco, incluindo o tabagismo, é essencial. Mas prevenir não pode significar culpabilizar. Nenhuma pessoa deve deixar de falar sobre sintomas, procurar apoio ou recorrer aos cuidados de saúde por receio de ser julgada&#8221;, reforça Isabel Magalhães, presidente da Pulmonale.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O combate ao estigma é hoje considerado uma dimensão importante na abordagem ao cancro do pulmão, numa altura em que o diagnóstico precoce continua a ser determinante para melhorar resultados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A iniciativa “O Cancro do Pulmão Não Tira Férias”, promovida pela AstraZeneca, conta com o apoio da Sociedade Portuguesa de Pneumologia (SPP), da Associação Portuguesa de Medicina Geral e Familiar (APMGF), do Grupo de Estudos de Doenças Respiratórias (GRESP), da Associação Pulmonale, da Associação Careca Power, da Associação Nacional das Farmácias (ANF), da Câmara Municipal de Lisboa e da CP – Comboios de Portugal.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://mypneumologia.pt/atualidade/estigma-e-impacto-emocional-atrasam-procura-de-ajuda-medica-no-cancro-do-pulmao/">Estigma e impacto emocional atrasam procura de ajuda médica no cancro do pulmão</a> aparece primeiro em <a href="https://mypneumologia.pt">My Pneumologia</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Saúde mental continua a ser um desafio na abordagem ao doente com cancro do pulmão</title>
		<link>https://mypneumologia.pt/entrevistas/saude-mental-continua-a-ser-um-desafio-na-abordagem-ao-doente-com-cancro-do-pulmao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sofia Freitas]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Jul 2026 14:13:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://mypneumologia.pt/?p=11280</guid>

					<description><![CDATA[<p>A ansiedade e a depressão afetam a maioria dos doentes após o diagnóstico de cancro do pulmão, uma patologia ainda conotada como uma sentença de morte a curto prazo. Em entrevista a propósito do Dia Mundial do Cancro do Pulmão, Ulisses Brito, médico da ULS do Alto Ave, alerta para o impacto negativo destes quadros [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://mypneumologia.pt/entrevistas/saude-mental-continua-a-ser-um-desafio-na-abordagem-ao-doente-com-cancro-do-pulmao/">Saúde mental continua a ser um desafio na abordagem ao doente com cancro do pulmão</a> aparece primeiro em <a href="https://mypneumologia.pt">My Pneumologia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A ansiedade e a depressão afetam a maioria dos doentes após o diagnóstico de cancro do pulmão, uma patologia ainda conotada como uma sentença de morte a curto prazo. Em entrevista a propósito do Dia Mundial do Cancro do Pulmão, <strong>Ulisses Brito</strong>, médico da ULS do Alto Ave, alerta para o impacto negativo destes quadros emocionais na adesão aos tratamentos. O especialista defende o reforço do apoio psicológico e psiquiátrico nos serviços de saúde, a par da urgência na implementação do rastreio e na desvalorização dos sintomas para um diagnóstico mais precoce. Leia a entrevista.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>News Farma (NF) | O estigma associado ao cancro do pulmão pode levar a sentimentos de vergonha ou medo do julgamento, atrasando a procura de ajuda médica. De que forma este estigma influencia a jornada dos doentes e qual o papel dos profissionais de saúde na sua desconstrução?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Ulisses Brito (UB) | </strong>Mais do que a vergonha ou o receio do julgamento até porque, de início, os doentes desconhecem o seu diagnóstico, o principal obstáculo reside na subvalorização ou desvalorização dos sintomas. Esta atitude conduz, invariavelmente, a um atraso diagnóstico e à progressão da doença. Como consequência, os doentes chegam à consulta em estadios mais avançados, o que reduz significativamente a probabilidade de uma maior sobrevivência.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os profissionais de saúde desempenham um papel fundamental neste âmbito: através da educação para a saúde e da divulgação dos sintomas e dos fatores de risco associados ao cancro do pulmão, podem capacitar a população e sensibilizá-la para a importância do diagnóstico precoce.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ainda assim, o fator verdadeiramente decisivo é a implementação do rastreio do cancro do pulmão. Através da identificação dos indivíduos de maior risco e da realização de uma tomografia computorizada (TC) torácica de baixa dose, torna-se possível detetar a doença em estadios mais precoces, melhorando substancialmente o prognóstico e permitindo, em determinados casos, alcançar a cura.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>NF | Sabendo que cerca de 9 em cada 10 doentes sofrem um forte impacto emocional (como o medo da progressão da doença ou da falha dos tratamentos) e que uma percentagem significativa desenvolve quadros clínicos de ansiedade e depressão, como deve a saúde mental ser integrada na abordagem destes doentes e de que forma os profissionais podem responder a estas necessidades ao longo do percurso?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>UB | </strong>A saúde mental e o acompanhamento psicológico desempenham um papel fulcral no apoio a estes doentes. Contudo, embora a maioria dos serviços disponha de consultas de Psicologia, esta oferta revela-se ainda insuficiente, sendo crucial assegurar também a integração da Psiquiatria. Infelizmente, a escassez de recursos humanos nesta área impede, com frequência, uma intervenção em tempo útil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A ansiedade e a depressão afetam a maioria dos doentes após o diagnóstico de cancro do pulmão, uma patologia ainda comummente conotada como uma &#8220;sentença de morte&#8221; a curto prazo. O desenvolvimento destes quadros psicopatológicos tem, como é sabido, um impacto profundamente negativo, quer na atitude com que o doente enfrenta a doença, quer na sua adesão e tolerância aos tratamentos</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>NF | No âmbito do Dia Mundial do Cancro do Pulmão, que mensagens-chave gostaria de deixar aos profissionais de saúde sobre a importância de combater o estigma e garantir uma abordagem centrada no doente?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>UB |</strong> Os profissionais de saúde deverão ter sempre uma atitude de alerta em relação aos potenciais doentes de risco e aos sintomas dos doentes, tomando as iniciativas necessárias para um diagnóstico mais precoce, e uma atitude de educação, incentivando os seus utentes a abandonarem comportamentos de risco, nomeadamente o tabaco. Por outro lado, temos que tentar melhorar os serviços de forma a darem uma resposta mais célere e abrangente às necessidades dos doentes e famílias.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://mypneumologia.pt/entrevistas/saude-mental-continua-a-ser-um-desafio-na-abordagem-ao-doente-com-cancro-do-pulmao/">Saúde mental continua a ser um desafio na abordagem ao doente com cancro do pulmão</a> aparece primeiro em <a href="https://mypneumologia.pt">My Pneumologia</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Cancro do pulmão: hoje é possível viver mais e melhor com a doença</title>
		<link>https://mypneumologia.pt/entrevistas/cancro-do-pulmao-hoje-e-possivel-viver-mais-e-melhor-com-a-doenca/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sofia Freitas]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Jul 2026 14:10:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://mypneumologia.pt/?p=11277</guid>

					<description><![CDATA[<p>À escala global e nacional, o cancro do pulmão mantém-se como a principal causa de morte por doença oncológica, um cenário agravado pelo seu carácter silencioso e diagnóstico tardio. Contudo, a abordagem a esta patologia atravessa uma fase de profunda viragem. A propósito do Dia Mundial do Cancro do Pulmão, que se assinala a 1 [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://mypneumologia.pt/entrevistas/cancro-do-pulmao-hoje-e-possivel-viver-mais-e-melhor-com-a-doenca/">Cancro do pulmão: hoje é possível viver mais e melhor com a doença</a> aparece primeiro em <a href="https://mypneumologia.pt">My Pneumologia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">À escala global e nacional, o cancro do pulmão mantém-se como a principal causa de morte por doença oncológica, um cenário agravado pelo seu carácter silencioso e diagnóstico tardio. Contudo, a abordagem a esta patologia atravessa uma fase de profunda viragem. A propósito do Dia Mundial do Cancro do Pulmão, que se assinala a 1 de agosto, <strong>Gabriela Fernandes</strong>, médica pneumologista da ULS São João e membro SPP, GECP e da Aliança para o Cancro do Pulmão, analisa, em entrevista, o impacto clínico que a implementação urgente de um rastreio populacional organizado e a consolidação da Medicina de Precisão podem ter na inversão das curvas de mortalidade em Portugal.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O desafio do diagnóstico numa doença silenciosa</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O diagnóstico atempado do cancro do pulmão continua a ser um dos maiores desafios da Oncologia. Conforme explica a pneumologista, a deteção precoce exige ferramentas proativas, uma vez que as manifestações clínicas tendem a surgir apenas em fases avançadas. &#8220;O cancro do pulmão é uma doença muito silenciosa. Os sinais ou sintomas só aparecem numa fase avançada da doença e, portanto, é preciso usar um exame&nbsp; que permita a sua deteção precoce.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Este facto justifica a necessidade de&nbsp; programas de rastreio,direcionados para grupos que concentram os principais fatores de risco: a idade e o histórico de consumo ou exposição ao tabaco. De acordo com a especialista, realizar o rastreio nesta população elegível viabiliza a identificação do tumor numa fase inicial, ideal para o sucesso da intervenção médica e da cura. Paralelamente, em doentes que já manifestem sintomas de alarme ou alterações em exames radiológicos, a médica reforça a necessidade de garantir que &#8220;todo o percurso de diagnóstico e de estadiamento seja célere e eficaz&#8221; para garantir o início do tratamento adequado e atempado.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>A urgência da implementação do rastreio em Portugal</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Para a especialista, a discussão em torno da eficácia do rastreio populacional organizado já superou a barreira das hipóteses, existindo evidência científica robusta que justifica a sua adoção célere em Portugal.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os dados demonstram que um programa estruturado e direcionado à população de risco permite reduzir cerca de 20% da mortalidade por cancro do pulmão. Trata-se de um modelo complexo de implementar, o que justifica que vários países no mapa europeu se encontrem ainda numa fase de planeamento semelhante à portuguesa. A estratégia passa por alavancar os projetos-piloto já em curso em algumas unidades de saúde nacionais.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>A revolução terapêutica</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Se na fase inicial o foco está no diagnóstico, nos estádios avançados ou metastáticos a revolução é ditada pela inovação terapêutica. O cancro do pulmão destacou-se nos últimos anos como uma das áreas médicas com mais avanços disruptivos, “sobretudo nestes domínios: perceber a biologia do tumor, perceber as alterações genéticas que estão associadas ao desenvolvimento desse tumor e o desenvolvimento consequente de terapêuticas dirigidas a essas mesmas alterações. Esse foi um grande braço do desenvolvimento terapêutico, mas não único,&nbsp; a imunoterapia constitui outro marco.&#8221;&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para os doentes que não apresentam mutações genéticas passíveis de tratamento alvo, a imunoterapia assumiu-se como o pilar terapêutico predominante. Ao utilizar o sistema imunitário do próprio doente para combater as células malignas, esta abordagem alcança resultados duradouros e sustentados a longo prazo, modificando substancialmente o prognóstico da doença avançada.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Estes avanços&nbsp; exigem, contudo, uma caracterização rigorosa e detalhada do perfil tumoral à entrada do circuito clínico.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Atualmente, o grande objetivo da Oncologia para&nbsp; além de prolongar a sobrevivência: passa também por salvaguardar o bem-estar e a rotina diária do doente, mitigando o pesado impacto que os esquemas clássicos de quimioterapia impunham ao nível familiar e social. Neste contexto as terapêuticas dirigidas a alterações moleculares, têm uma maior comodidade posológica, sendo administradas maioritariamente por via oral. Embora estas moléculas apresentem efeitos adversos específicos associados ao mecanismo que inibem, não partilham da toxicidade hematológica comum à quimioterapia, o que viabiliza o tratamento em regime de ambulatório e reduz significativamente as deslocações ao hospital de dia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Gabriela Fernandes salienta que a comodidade tem sido estendida também à imunoterapia: &#8220;Surgiram avanços que contribuíram&nbsp; para uma maior comodidade e melhor qualidade de vida, como a administração dos tratamentos por via subcutânea, formas que não precisam de ter tanto tempo de permanência no hospital de dia.&#8221;&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Porém, a celeridade no acesso à inovação terapêutica permanece no centro das preocupações dos profissionais de saúde, dado o desfasamento temporal que por vezes ocorre entre a validação científica de uma molécula e a sua incorporação efetiva nos sistemas de saúde. O circuito processual e legislativo traduz-se frequentemente em processos morosos.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para contornar estas barreiras e encurtar o tempo até à introdução terapêutica, a especialista defende a consolidação de redes nacionais de referenciação equitativas e um investimento expressivo na captação de investigação clínica. &#8220;A realização de ensaios clínicos ou a facilitação de um doente para um determinado ensaio clínico permite &nbsp; o acesso mais precoceà inovação. Estamos a beneficiar de fármacos cuja eficácia já foi demonstrada e espera-se que seja superior àqueles que estamos a usar na atualidade&#8221;, fundamenta.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O impacto das efemérides&nbsp;</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Mais do que assinalar uma data, o Dia Mundial do Cancro do Pulmão deve funcionar como um elemento catalisador de mudança, evidenciando o impacto e o custo da doença, mas transmitindo uma mensagem de clara confiança no progresso da Medicina.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;O Dia Mundial do Cancro do Pulmão serve para pôr o foco na doença, mas também lembrar que atitudes proativas e construtivas se&nbsp; traduzem numa melhoria significativa dos resultados em saúde para esta população. Temos possibilidades, quer pela implementação do rastreio, pelo acesso a vias de diagnóstico rápidas, pela melhoria da acessibilidade aos tratamentos inovadores ou por um reforço no acesso aos ensaios clínicos, de aumentar a sobrevivência e, sobretudo, melhorar a qualidade de vida dos doentes”, termina.&nbsp;</p>
<p>O conteúdo <a href="https://mypneumologia.pt/entrevistas/cancro-do-pulmao-hoje-e-possivel-viver-mais-e-melhor-com-a-doenca/">Cancro do pulmão: hoje é possível viver mais e melhor com a doença</a> aparece primeiro em <a href="https://mypneumologia.pt">My Pneumologia</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
