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	<title>Arquivo de Internacional - My Pneumologia</title>
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	<description>Plataforma multimédia dirigida à comunidade médica pneumológica e outros profissionais de saúde envolvidos no tratamento das doenças respiratórias</description>
	<lastBuildDate>Thu, 28 May 2026 16:46:19 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Arquivo de Internacional - My Pneumologia</title>
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	<item>
		<title>ERS lança podcast sobre o impacto real das recomendações clínicas</title>
		<link>https://mypneumologia.pt/internacional/ers-lanca-podcast-sobre-o-impacto-real-das-recomendacoes-clinicas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Alice Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 16:46:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A European Respiratory Society (ERS) anunciou o lançamento de uma nova série de podcasts intitulada &#8220;Guidelines in Practice&#8221;, desenhada para explorar a implementação e a aplicação prática das suas recomendações no mundo real. Em cada episódio, membros das equipas de desenvolvimento das diretrizes conversam com peritos externos sobre as mudanças ocorridas na prática clínica um [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">A European Respiratory Society (ERS) anunciou o lançamento de uma nova série de podcasts intitulada &#8220;Guidelines in Practice&#8221;, desenhada para explorar a implementação e a aplicação prática das suas recomendações no mundo real.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Em cada episódio, membros das equipas de desenvolvimento das diretrizes conversam com peritos externos sobre as mudanças ocorridas na prática clínica um ano ou mais após a publicação dos documentos. Ao contrário de uma repetição técnica de conteúdos, o formato foca-se na narrativa através de casos práticos e exemplos, tornando a evidência científica acessível a todos os profissionais de saúde.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>O primeiro episódio já está disponível e centra-se na gestão de sintomas em adultos com doenças respiratórias graves. A discussão conta com a participação de Natasha Smallwood e Irene Higginson, que debatem a aplicação destas normas na medicina respiratória e nos cuidados paliativos. De acordo com o Diretor de Diretrizes da ERS, Winfried Randerath, esta iniciativa permitirá ouvir, em primeira mão, como os profissionais estão a transformar estas orientações em cuidados reais para os doentes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Aceda ao podcast <a href="https://channel.ersnet.org/channel-528-guidelines-in-practice?contId=121697">aqui</a>. </p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<item>
		<title>ESCMID Global 2026: vacinação otimizada contra a gripe reafirma-se como pilar na proteção de grupos vulneráveis</title>
		<link>https://mypneumologia.pt/atualidade/escmid-global-2026-vacinacao-otimizada-contra-a-gripe-reafirma-se-como-pilar-na-protecao-de-grupos-vulneraveis18-mai-2026/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Alice Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 May 2026 09:48:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O ESCMID Global 2026, realizado em Munique, destacou novos dados de efetividade da vacina de dose elevada contra a gripe, sublinhando o seu impacto na redução de hospitalizações e a importância de uma estratégia de vacinação ajustada a pessoas com idades mais avançadas, com comorbilidades e doentes imunocomprometidos. Assista ao vídeo em que especialistas nacionais [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">O ESCMID Global 2026, realizado em Munique, destacou novos dados de efetividade da vacina de dose elevada contra a gripe, sublinhando o seu impacto na redução de hospitalizações e a importância de uma estratégia de vacinação ajustada a pessoas com idades mais avançadas, com comorbilidades e doentes imunocomprometidos. Assista ao vídeo em que especialistas nacionais e internacionais presentes na reunião magna da European Society of Clinical Microbiology and Infectious Diseases (ESCMID) partilham as principais mensagens a reter.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-vimeo wp-block-embed-vimeo"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="ESCMID 2026 - Best Of" src="https://player.vimeo.com/video/1193273323?h=9a2bfada85&amp;dnt=1&amp;app_id=122963" width="640" height="360" frameborder="0" allow="autoplay; fullscreen; picture-in-picture; clipboard-write; encrypted-media; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin"></iframe>
</div></figure>



<p class="wp-block-paragraph">O ESCMID Global consolidou-se como o evento de referência mundial nas áreas da microbiologia clínica e doenças infeciosas. Durante o congresso, especialistas internacionais discutiram os avanços mais recentes na prevenção da gripe e das suas complicações, com especial foco nos resultados do estudo FLUNITY-HD. As evidências apresentadas reforçam que, além de ser uma relevante medida de Saúde Pública, a vacina de dose elevada contra a gripe é também um investimento crítico para a sustentabilidade dos sistemas de Saúde e para a qualidade de vida das populações mais frágeis.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Evidência clínica e impacto real</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Os dados do estudo FLUNITY-HD, que envolveu cerca de meio milhão de participantes, foram um dos pontos altos do congresso no que respeita ao tema da gripe. Os resultados demonstram uma proteção superior da vacina de dose elevada em comparação com a vacina de dose padrão, especialmente na prevenção de complicações graves e hospitalizações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O ESCMID 2026 veio confirmar que se transformou no congresso mais importante na área das doenças infeciosas, microbiologia clínica e vacinologia. No caso específico da gripe, foram apresentados resultados fundamentais para a prática clínica, nomeadamente a utilização da vacina de dose elevada, cujos resultados confirmam indiscutivelmente a sua grande efetividade.” — <strong>Filipe Froes, pneumologista na ULS Santa Maria.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Redução de hospitalizações e custo-benefício</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Além da proteção direta contra efeitos respiratórios mais agudos provocados pelo vírus Influenza, a vacina de dose elevada provou ser eficaz também na redução de eventos cardíacos e de outras patologias associadas à gripe, que frequentemente levam ao internamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O caso do estudo FLUNITY-HD é realmente importante porque inclui meio milhão de participantes e mostra um benefício claro: uma redução de cerca de 30% nos internamentos por gripe e 20% nos internamentos por insuficiência cardíaca descompensada. Isto representa muito para as nossas populações mais velhas e vulneráveis.” —<strong> Gonçalo Sarmento e Costa, internista na ULS de Entre Douro e Vouga.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>A Importância da metodologia e da equidade</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A comunidade científica sublinhou que a tomada de decisões em Saúde Pública deve basear-se em ensaios clínicos robustos. Além disso, houve um apelo à harmonização das políticas de vacinação para garantir que o acesso a estas tecnologias avançadas seja uniforme.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A população de doentes imunocomprometidos representa entre 2,5% a 4% da população total de um país. O gasto em vacinas, mais do que um custo, é um investimento crucial para manter estes doentes vivos e dar uma resposta adequada às ameaças anuais.” — Raúl Ortiz de Lejarazu, conselheiro científico no Centro Nacional da Gripe de Valladolid.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Eleger uma metodologia adequada para analisar o impacto da vacina é essencial. Os ensaios clínicos aleatorizados são a base das decisões científicas, pois permitem eliminar fatores de confundimento e chegar a conclusões concretas sobre a efetividade em populações vulneráveis.” —<strong>Iván Sanz, Responsável Científico e de Vigilância Virológica</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Do ponto de vista científico, seria necessário reduzir a idade de aplicação destas vacinas, possivelmente a partir dos 50 anos. Para as autoridades, a mensagem é que esta vacinação deve ser homogénea entre as regiões para evitar iniquidades no acesso.” —Lorenzo Armenteros, médico especialista em Medicina Familiar e Comunitária.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O futuro: Medicina personalizada e envelhecimento saudável</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O encerramento das discussões apontou para um futuro em que a vacinação é parte integrante de um conceito mais amplo de “centros de envelhecimento saudável”, focando-se na pessoa e não apenas na idade cronológica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“As sociedades científicas ajudam a transpor a evidência para a prática. O futuro passará por criar centros de envelhecimento saudável, com uma Medicina personalizada que olhe para as multimorbilidades. Vacinas como a de dose elevada [contra a gripe] permitem-nos chegar de forma mais adequada a quem mais precisa, melhorando a qualidade de vida e prevenindo complicações.” — <strong>Bruno Almeida, internista no Hospital da Luz Torres de Lisboa</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O ESCMID Global 2026 teve lugar na Messe München, em Munique, Alemanha, de 17 a 21 de abril. Especialistas de renome em doenças infeciosas e microbiologia clínica reúnem-se anualmente no ESCMID Global para a partilha de ideias e explorar as mais recentes inovações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">MAT-PT-2600338-1.0-05/2026</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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			</item>
		<item>
		<title>ERS abre candidaturas para cargos no Conselho de Educação</title>
		<link>https://mypneumologia.pt/internacional/ers-abre-candidaturas-para-cargos-no-conselho-de-educacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joana Graça]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Apr 2026 11:05:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A European Respiratory Society (ERS) anunciou a abertura de candidaturas para duas posições cruciais no seu Conselho de Educação: diretor de Avaliações da ERS e diretor de Recursos de Aprendizagem da ERS. Os mandatos decorrem de 2027 a 2030, com um ano de acompanhamento (shadowing year) a começar a 1 de outubro de 2026. O [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A European Respiratory Society (ERS) anunciou a abertura de candidaturas para duas posições cruciais no seu Conselho de Educação: diretor de Avaliações da ERS e diretor de Recursos de Aprendizagem da ERS. Os mandatos decorrem de 2027 a 2030, com um ano de acompanhamento (shadowing year) a começar a 1 de outubro de 2026.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O diretor de Avaliações da ERS é responsável por supervisionar e fornecer direção estratégica a todas as avaliações da ERS, desde a formação em curso até ao desenvolvimento profissional contínuo. O papel envolve a supervisão das atividades de avaliação, o desenvolvimento de novas ferramentas de avaliação, a contribuição para o conjunto de perguntas do exame HERMES e a colaboração com parceiros para fortalecer metodologias de avaliação. O Diretor também ajuda a moldar a estratégia geral de educação da ERS.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O diretor de Recursos de Aprendizagem da ERS garante um portefólio educativo coerente e inovador, bem como um processo de seleção transparente para futuros projetos online. Ocupa-se de impulsionar a evolução dos métodos de ensino da ERS e de interagir com oficiais da Assembleia para garantir que o conteúdo seja representativo de todas as especialidades respiratórias. O Diretor também representa o Conselho no Conselho Editorial do Respiratory Channel.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>As candidaturas para ambas as posições encerram a 31 de maio de 2026.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mais informações <a href="https://www.ersnet.org/news-and-features/news/applications-open-for-two-important-roles-on-ers-education-council/">aqui</a> .</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Dados da vida real confirmam elevada eficácia do anticorpo monoclonal contra VSR em crianças</title>
		<link>https://mypneumologia.pt/internacional/dados-da-vida-real-confirmam-elevada-eficacia-do-anticorpo-monoclonal-contra-vsr-em-criancas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Muralha]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Sep 2025 09:02:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Investigadores analisaram dados do mundo real sobre a eficácia de anticorpo monoclonal durante a época respiratória de 2023-2024. Os resultados mostram valores de eficácia de 71% contra o vírus sincicial respiratório (VSR) e foi alcançada uma eficácia de 87,2% na prevenção de doença do trato respiratório inferior causada pelo VSR, num estudo publicado na revista [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Investigadores analisaram dados do mundo real sobre a eficácia de anticorpo monoclonal durante a época respiratória de 2023-2024. Os resultados mostram valores de eficácia de 71% contra o vírus sincicial respiratório (VSR) e foi alcançada uma eficácia de 87,2% na prevenção de doença do trato respiratório inferior causada pelo VSR, num estudo publicado na revista <em>Pediatrics</em>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A investigação com dados do mundo real analisou uma coorte retrospetiva de 31.900 bebés (50,8% do sexo masculino) nascidos entre 1 de abril de 2023 e 30 de abril de 2024 em unidades do <em>Kaiser Permanente Northern California</em>. Todos os bebés eram de termo e não apresentavam condições de risco acrescido para doença grave por VSR. Do total, 31,1% eram hispânicos, 30,4% brancos e 23,2% asiáticos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os investigadores analisaram os dados de 15.647 bebés imunizados com nirsevimab durante a época respiratória 2023-2024 com 16.253 bebés não imunizados. O tempo mediano de acompanhamento foi de 148 dias (intervalo interquartil: 126-167 dias) após a imunização.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No grupo imunizado, 35 bebés desenvolveram doença do trato respiratório inferior (LRTD) associada ao VSR, em contraste com 462 casos no grupo não imunizado (6,1 vs. 58,51 episódios por 1.000 pessoas-ano). O nirsevimab também mostrou proteção contra formas mais ligeiras de VSR: 158 bebés imunizados testaram positivo por comparação com 956 dos não imunizados (27,53 vs. 121 episódios por 1.000 pessoas-ano).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A análise ajustada revelou que o nirsevimab apresentou uma eficácia de 71% contra infeção por VSR e de 87,2% na prevenção de doença respiratória inferior associada ao vírus.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre as crianças que desenvolveram LRTD, o tratamento reduziu em cerca de 90% a probabilidade de hospitalização e em 70% o risco de recurso ao serviço de urgência, em comparação com os não imunizados. </p>



<p class="wp-block-paragraph">A publicação pode ser consultada <a href="https://publications.aap.org/pediatrics/article/156/2/e2024069510/202651/Effectiveness-of-Nirsevimab-Against-RSV-and-RSV?autologincheck=redirected" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui.</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>IDSA atualiza recomendações para a gestão da  histoplasmose</title>
		<link>https://mypneumologia.pt/internacional/idsa-atualiza-recomendacoes-para-a-gestao-da-histoplasmose/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Muralha]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Sep 2025 08:59:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Sociedade Americana de Doenças Infecciosas (IDSA) iniciou a atualização de suas recomendações de prática clínica para o manejo da histoplasmose pela primeira vez em 18 anos. Nas duas primeiras atualizações, a IDSA publicou recomendações focadas no tratamento de histoplasmose assintomática e da histoplasmose pulmonar aguda leve ou moderada em adultos, crianças e grávidas. As [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A Sociedade Americana de Doenças Infecciosas (IDSA) iniciou a atualização de suas recomendações de prática clínica para o manejo da histoplasmose pela primeira vez em 18 anos. Nas duas primeiras atualizações, a IDSA publicou recomendações focadas no tratamento de histoplasmose assintomática e da histoplasmose pulmonar aguda leve ou moderada em adultos, crianças e grávidas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As diretrizes sugerem não realizar o tratamento <em>standard </em>em adultos e crianças com histoplasmose assintomática, exceto em casos de risco elevado para histoplasmose grave, quando o tratamento ou monitoramento mais intensivo deve ser considerado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As demais diretrizes abordam doentes com histoplasmose pulmonar aguda leve ou moderada, a maioria dos quais não apresenta indicação de tratamento:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>O painel recomenda não tratar adultos e crianças imunocompetentes com histoplasmose pulmonar aguda leve.</li>



<li>O painel sugere considerar o tratamento para adultos e crianças imunocompetentes com histoplasmose pulmonar aguda moderada.</li>



<li>O painel recomenda tratar adultos e crianças imunocomprometidos com histoplasmose pulmonar aguda leve ou moderada que apresentem risco moderado a alto de progressão para doença disseminada.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Este artigo integra um documento global sobre a gestão da histoplasmose em adultos, crianças e gestantes, desenvolvido pela Sociedade Americana de Doenças Infecciosas. Neste documento, o painel de especialistas apresenta uma recomendação para o tratamento de nódulos pulmonares assintomáticos. A recomendação baseia-se em evidências provenientes de revisões sistemáticas da literatura e segue uma metodologia padronizada para a classificação da certeza da evidência e da força da recomendação, de acordo com a abordagem GRADE (<em>Grading of Recommendations Assessment, Development, and Evaluation</em>) e todo o documento pode ser consultado <a href="https://academic.oup.com/cid/advance-article/doi/10.1093/cid/ciaf257/8191618" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Estudo identifica diferentes formas de DPOC associada à hipertensão pulmonar</title>
		<link>https://mypneumologia.pt/internacional/estudo-identifica-diferentes-formas-de-dpoc-associada-a-hipertensao-pulmonar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Muralha]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 Aug 2025 07:49:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://mypneumologia.pt/?p=9345</guid>

					<description><![CDATA[<p>Doentes com doença pulmonar obstrutiva crónica (DPOC) em fase terminal, com ou sem hipertensão pulmonar, apresentam características clínicas, hemodinâmicas e imagiológicas significativamente diferentes dos doentes com DPOC ligeira e fenótipo vascular pulmonar, segundo um estudo publicado na revista ERJ Open Research. Um estudo retrospetivo com 153 doentes com DPOC submetidos a cateterismo cardíaco direito analisou [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Doentes com doença pulmonar obstrutiva crónica (DPOC) em fase terminal, com ou sem hipertensão pulmonar, apresentam características clínicas, hemodinâmicas e imagiológicas significativamente diferentes dos doentes com DPOC ligeira e fenótipo vascular pulmonar, segundo um estudo publicado na revista <em>ERJ Open Research</em>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um estudo retrospetivo com 153 doentes com DPOC submetidos a cateterismo cardíaco direito analisou as diferenças clínicas, hemodinâmicas e imagiológicas entre três fenótipos de hipertensão pulmonar (HP) associada à DPOC: DPOC em fase terminal com ou sem HP (n=81), DPOC moderada com HP pré-capilar ligeira a moderada (n=37) e DPOC ligeira com fenótipo vascular pulmonar (HP grave-DPOC) (n=35).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os investigadores verificaram que todos os doentes tinham histórico de tabagismo, mas havia diferenças claras entre os grupos: a mediana de idades foi de 60, 66 e 71 anos, respectivamente, e a proporção de homens foi de 48%, 62% e 88,6%. O índice de massa corporal variou entre 21,9 kg/m² no grupo 1, 25,4 no grupo 2 e 27,6 no grupo 3.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em termos funcionais, os doentes com HP grave-DPOC (grupo 3) apresentaram melhor função respiratória (FEV1: 67% previsto, vs. 50% no grupo 2 e 19% no grupo 1), mas maior prevalência de hipertensão (83% vs. 46% e 35,8%), diabetes (51% vs. 16,2% e 9,9%) e doença coronária (68% vs. 21,6% e 23,4%). Estes doentes também foram os mais hipóxicos (PaO₂: 50 mmHg) e hipocápnicos (PaCO₂: 34 mmHg), contrastando com os doentes em fase terminal (PaO₂: 62 mmHg, PaCO₂: 46 mmHg), que apresentaram maior hiperinsuflação pulmonar (capacidade pulmonar total: 130% previsto) e maior volume residual (261% previsto).</p>



<p class="wp-block-paragraph">No teste da caminhada de 6 minutos, os doentes com HP pré-capilar moderada (grupo 2) tiveram melhor desempenho (310 m), comparado com os grupos 3 (241 m) e 1 (219 m). Em termos hemodinâmicos, a pressão média da artéria pulmonar foi mais baixa no grupo 1 (23 mmHg) e mais elevada no grupo 3 (46 mmHg), que também apresentou maior resistência vascular pulmonar (8,9 WU vs. 2,8 no grupo 1).</p>



<p class="wp-block-paragraph">As TAC torácicas mostraram que os doentes em fase terminal tinham enfisema mais extenso (índice mediano 55%), enquanto os de HP grave-DPOC apresentavam apenas enfisema ligeiro (16%).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo os autores, estes resultados confirmam que a HP associada à DPOC não é uniforme, mas manifesta-se em fenótipos distintos, cada um com implicações terapêuticas diferentes. A identificação precoce destes fenótipos — inclusive através da análise quantitativa de TAC — pode abrir caminho para tratamentos mais personalizados, incluindo o uso direcionado de vasodilatadores pulmonares em doentes com maior envolvimento vascular.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O estudo pode ser consultado <a href="https://publications.ersnet.org/content/erjor/11/2/00716-2024" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui</a>.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://mypneumologia.pt/internacional/estudo-identifica-diferentes-formas-de-dpoc-associada-a-hipertensao-pulmonar/">Estudo identifica diferentes formas de DPOC associada à hipertensão pulmonar</a> aparece primeiro em <a href="https://mypneumologia.pt">My Pneumologia</a>.</p>
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		<title>Ferramenta inovadora reduz tempo em ventilador para crianças com ARDS</title>
		<link>https://mypneumologia.pt/internacional/ferramenta-inovadora-reduz-tempo-em-ventilador-para-criancas-com-ards/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Muralha]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 Aug 2025 07:48:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Crianças com síndrome respiratória aguda grave (ARDS) podem beneficiar de uma estratégia inovadora de ventilação protetora do pulmão e do diafragma, que demonstrou reduzir o tempo de desmame da ventilação mecânica. Os resultados obtidos num ensaio clínico de fase II que testou a ferramenta REDvent foram publicados no New England Journal of Medicine Evidence. Um [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Crianças com síndrome respiratória aguda grave (ARDS) podem beneficiar de uma estratégia inovadora de ventilação protetora do pulmão e do diafragma, que demonstrou reduzir o tempo de desmame da ventilação mecânica. Os resultados obtidos num ensaio clínico de fase II que testou a ferramenta REDvent foram publicados no New England Journal of Medicine Evidence.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um recente ensaio clínico de fase II testou uma estratégia de ventilação protetora do pulmão e do diafragma em crianças com síndrome respiratória aguda grave (ARDS). Realizado num único centro entre 2017 e 2024, o estudo distribuiu aleatoriamente 248 crianças para receber os cuidados habituais ou uma intervenção utilizando uma ferramenta de suporte à decisão computadorizada (CDS) chamada REDvent, combinada com manometria esofágica, durante as fases aguda e de desmame da ventilação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os resultados mostraram que, durante a fase aguda, as crianças tratadas com REDvent apresentaram pressões inspiratórias e expiratórias finais mais baixas e oscilações de pressão esofágica menores em comparação com os cuidados habituais. Mais da metade do grupo REDvent (55%) passou no teste de respiração espontânea ou foi extubada no primeiro dia, comparado com 39% no grupo de controlo. Após ajuste para idade, imunossupressão e índice de oxigenação, a intervenção esteve associada a tempos de desmame mais curtos, com mediana de 3,8 dias versus 4,8 dias nos cuidados habituais. A duração total da ventilação mecânica entre os sobreviventes também foi ligeiramente reduzida. Não foram observadas diferenças em eventos adversos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O estudo conclui que o uso de uma estratégia de ventilação protetora do pulmão e do diafragma, guiada por CDS, durante a fase aguda, pode reduzir o tempo de desmame em crianças com ARDS, reforçando a necessidade de investigação adicional em ensaios de fase III mais amplos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A publicação do estudo pode ser consultada <a href="https://evidence.nejm.org/doi/10.1056/EVIDoa2400360" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>&#8220;Impressões digitais&#8221; nasais da respiração humana identificadas por estudo</title>
		<link>https://mypneumologia.pt/internacional/impressoes-digitais-nasais-da-respiracao-humana-descobertas-por-estudo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[luispaiva]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 Aug 2025 12:54:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os autores do estudo publicado no jornal Current Biology testaram e avaliaram a hipótese de que  padrões respiratórios de longo prazo são gerados por redes cerebrais complexas, pelo que podem apresentar padrões respiratórios únicos. Padrões respiratórios de longo prazo são gerados por redes cerebrais notavelmente complexas. Como os cérebros são únicos, os autores colocaram a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Os autores do estudo publicado no jornal <em>Current Biology</em> testaram e avaliaram a hipótese de que  padrões respiratórios de longo prazo são gerados por redes cerebrais complexas, pelo que podem apresentar padrões respiratórios únicos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Padrões respiratórios de longo prazo são gerados por redes cerebrais notavelmente complexas. Como os cérebros são únicos, os autores colocaram a hipótese de que os padrões respiratórios deles dependentes também poderiam ser igualmente únicos. Para testar essa hipótese, desenvolveram um dispositivo vestível que mede e regista com precisão o fluxo de ar nasal em cada narina separadamente por períodos de até 24 horas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os autores descobriram&nbsp; que era possível identificar membros de uma coorte de 97 participantes com uma notável precisão de 96,8%, apenas com base nos padrões de fluxo de ar nasal. Em outras palavras, os seres humanos possuem &#8220;impressões digitais&#8221; únicas do fluxo de ar nasal. Além disso, em experimentos de teste e reteste, verificaram que essas impressões digitais individuais permanecem estáveis ao longo do tempo, de modo que a identificação individual por meio do fluxo de ar nasal foi comparável — ou até superior — ao reconhecimento de voz.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">Por fim, os autores constataram que a alta sensibilidade dessas impressões digitais oferece indicações significativas sobre estados fisiológicos, como níveis de excitação e índice de massa corporal, e traços cognitivos, como níveis de ansiedade, níveis de depressão e tendências comportamentais.</p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">O estudo concluiu que os padrões de longo prazo do fluxo de ar nasal refletem os impulsionadores cerebrais da respiração, são individualmente únicos e têm implicações significativas para a saúde, a emoção e a cognição.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A publicação pode ser consultada <a href="https://www.cell.com/current-biology/fulltext/S0960-9822(25)00583-4?_returnURL=https%3A%2F%2Flinkinghub.elsevier.com%2Fretrieve%2Fpii%2FS0960982225005834%3Fshowall%3Dtrue" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui</a>.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://mypneumologia.pt/internacional/impressoes-digitais-nasais-da-respiracao-humana-descobertas-por-estudo/">&#8220;Impressões digitais&#8221; nasais da respiração humana identificadas por estudo</a> aparece primeiro em <a href="https://mypneumologia.pt">My Pneumologia</a>.</p>
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		<title>Poluição do ar ligada ao aumento de infeções respiratórias graves em adultos, alerta estudo espanhol</title>
		<link>https://mypneumologia.pt/internacional/poluicao-do-ar-ligada-ao-aumento-de-infecoes-respiratorias-graves-em-adultos-alerta-estudo-espanhol/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Muralha]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Jul 2025 09:13:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A exposição prolongada à poluição do ar está associada a um maior número de internamentos por infeções respiratórias do trato inferior em adultos, de acordo com um estudo do Instituto de Saúde Global de Barcelona (ISGlobal), apoiado pela Fundação &#8220;la Caixa&#8221;. Os resultados foram publicados na revista Environment International e destacam a necessidade urgente de [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A exposição prolongada à poluição do ar está associada a um maior número de internamentos por infeções respiratórias do trato inferior em adultos, de acordo com um estudo do Instituto de Saúde Global de Barcelona (ISGlobal), apoiado pela Fundação &#8220;la Caixa&#8221;. Os resultados foram publicados na revista <em>Environment International</em> e destacam a necessidade urgente de reforçar os padrões europeus de qualidade do ar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Embora a poluição do ar seja um fator de risco conhecido para doenças como a asma e a DPOC, o seu impacto em infeções respiratórias inferiores — como bronquites, pneumonias e infeções nos alvéolos pulmonares — tem sido menos estudado em adultos. Para colmatar essa lacuna, os investigadores analisaram dados de 3,8 milhões de adultos da coorte COVAIR-CAT, inserida no sistema de saúde da Catalunha, entre 2018 e 2020.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Utilizando modelos de exposição ambiental, os cientistas estimaram os níveis médios anuais de poluentes como partículas finas (PM2.5 e PM10), dióxido de azoto (NO<sub>2</sub>) e ozono (O<sub>3</sub>) nas zonas residenciais dos participantes. Cruzaram esses dados com registos de internamentos hospitalares, mortalidade e comorbilidades, focando-se em infeções respiratórias e, separadamente, em casos de gripe e pneumonia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os resultados revelaram uma associação clara entre níveis mais elevados de poluição do ar e um aumento nas hospitalizações por infeções respiratórias do trato inferior, mesmo quando os níveis de poluentes estavam abaixo dos limites atualmente permitidos pela União Europeia. “É crucial adotar padrões de qualidade do ar mais rigorosos, pois medidas mais ambiciosas para reduzir a poluição diminuiriam internamentos hospitalares e protegeriam populações vulneráveis”, afirmou Anna Alari, investigadora do ISGlobal e primeira autora do estudo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A associação foi mais forte em homens, idosos com mais de 65 anos e pessoas com hipertensão. Especificamente, os idosos tiveram uma taxa de internamento quase três vezes superior à dos adultos mais jovens. Em homens, a exposição a NO<sub>2</sub>, PM2.5 ou PM10 esteve associada a um aumento de cerca de 50% nas hospitalizações, enquanto nas mulheres o aumento foi de apenas 3%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O mesmo padrão foi observado em internamentos por gripe e pneumonia, mas com associações menos intensas. Os investigadores defendem que políticas públicas mais exigentes em matéria de qualidade do ar são fundamentais para melhorar a saúde respiratória da população e reduzir a pressão sobre os serviços hospitalares.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O estudo pode ser consultado <a href="https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0160412024008171?via%3Dihub">aq</a><a href="https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0160412024008171?via%3Dihub" target="_blank" rel="noreferrer noopener">u</a><a href="https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0160412024008171?via%3Dihub">i.</a></p>
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		<title>Complicações na gravidez podem aumentar o risco de DPOC em mulheres, revela estudo</title>
		<link>https://mypneumologia.pt/internacional/complicacoes-na-gravidez-podem-aumentar-o-risco-de-dpoc-em-mulheres-revela-estudo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Muralha]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Jul 2025 16:18:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um novo estudo com na coorte da Women’s Health Initiative (WHI), nos Estados Unidos, revela que mulheres com histórico de complicações na gravidez — conhecidas como eventos adversos na gravidez (APO) — podem ter um risco aumentado de desenvolver doença pulmonar obstrutiva crónica (DPOC) na vida adulta. O estudo analisou 25.541 mulheres com idades entre [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Um novo estudo com na coorte da Women’s Health Initiative (WHI), nos Estados Unidos, revela que mulheres com histórico de complicações na gravidez — conhecidas como eventos adversos na gravidez (APO) — podem ter um risco aumentado de desenvolver doença pulmonar obstrutiva crónica (DPOC) na vida adulta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O estudo analisou 25.541 mulheres com idades entre 50 e 79 anos, que tiveram pelo menos uma gravidez com duração mínima de seis meses, entre os anos de 1993 e 1998.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os APO considerados no estudo incluíram parto prematuro (com três ou mais semanas de antecedência), bebé pequeno ou grande para a idade gestacional, diabetes gestacional e distúrbios hipertensivos da gravidez.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Cerca de 28,3% das mulheres (7.226 participantes) relataram ter tido pelo menos um desses eventos. O parto prematuro foi o mais comum (50% dos casos com APOs), seguido por recém-nascido pequeno para a idade gestacional (40%), distúrbios hipertensivos (20%), bebé grande para a idade gestacional (19%) e diabetes gestacional (menos de 10%).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao longo de aproximadamente 25 anos de seguimento, 16,5% das mulheres desenvolveram DPOC. No entanto, a incidência foi significativamente maior entre as que tiveram APO: 18,5%, em comparação com 15,7% entre aquelas sem histórico de complicações na gravidez.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mesmo após ajuste para diversos fatores de confusão — como idade, etnia, tabagismo, exposição ao fumo passivo, asma prévia, escolaridade, rendimento, região geográfica e condições maternas de nascimento —, o risco de desenvolver DPOC permaneceu significativamente mais elevado no grupo com histórico de APO (risco relativo ajustado de 1,15; IC 95%: 1,07–1,22).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo os autores, os resultados sugerem que os eventos adversos na gravidez podem representar um marcador precoce de vulnerabilidade à saúde respiratória. Assim, mulheres com esse histórico podem beneficiar de um acompanhamento mais atento ao longo da vida, especialmente no que diz respeito à função pulmonar e prevenção de doenças crónicas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Veja a publicação <a href="https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC6490154/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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