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	<title>Arquivo de Atualidade - My Pneumologia</title>
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	<description>Plataforma multimédia dirigida à comunidade médica pneumológica e outros profissionais de saúde envolvidos no tratamento das doenças respiratórias</description>
	<lastBuildDate>Wed, 29 Jul 2026 14:21:01 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Arquivo de Atualidade - My Pneumologia</title>
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		<title>Estigma e impacto emocional atrasam procura de ajuda médica no cancro do pulmão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Sofia Freitas]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Jul 2026 14:19:17 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>No âmbito do Dia Mundial do Cancro do Pulmão, assinalado a 1 de agosto, a sexta edição da campanha “O Cancro do Pulmão Não Tira Férias” alerta que nove em cada dez doentes sofrem impacto emocional após o diagnóstico. Especialistas e associações de doentes advertem que o estigma e o sentimento de culpa associados à [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">No âmbito do Dia Mundial do Cancro do Pulmão, assinalado a 1 de agosto, a sexta edição da campanha “O Cancro do Pulmão Não Tira Férias” alerta que nove em cada dez doentes sofrem impacto emocional após o diagnóstico. Especialistas e associações de doentes advertem que o estigma e o sentimento de culpa associados à doença alimentam o isolamento e contribuem para o atraso na procura de cuidados de saúde em fases em que o tempo é determinante.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O alerta fundamenta-se nos dados do relatório <em>Lung Cancer and Mental Health – 10th LuCE Report on Lung Cancer</em>, que revela que 76,7% dos doentes temem a progressão da patologia, mais de metade (53,7%) reporta tristeza pós-diagnóstico, um em cada quatro é diagnosticado com depressão e um em cada cinco com ansiedade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em Portugal, o cancro do pulmão foi a quarta neoplasia mais diagnosticada em 2024, com 6 148 novos casos, e a principal causa de mortalidade oncológica, registando 5 589 óbitos no mesmo ano. A nível global, os dados do Globocan apontam para cerca de 2,6 milhões de novos diagnósticos e mais de 1,8 milhões de mortes.</p>



<h4 class="wp-block-heading">A responsabilidade individual e as barreiras no acesso</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar da elevada dimensão epidemiológica, o cancro do pulmão continua fortemente conotado com a perceção de responsabilidade individual devido à sua ligação ao tabagismo. Esta associação gera sentimentos de auto-responsabilização e vergonha, afetando inclusive doentes que nunca fumaram.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;O cancro do pulmão continua a ser uma das poucas doenças em que muitos doentes sentem necessidade de explicar porque adoeceram. Esta culpa pode aumentar o sofrimento emocional e criar barreiras precisamente no momento em que a pessoa mais precisa de procurar ajuda&#8221;, afirma Jorge Ferreira, presidente da Sociedade Portuguesa de Pneumologia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A evidência científica confirma que o estigma reduz a qualidade de vida, agrava os sintomas depressivos e retarda o contacto com o médico. Embora o tabagismo permaneça como o principal fator de risco modificável, os especialistas recordam a natureza multifatorial da patologia, que inclui exposições ambientais, fatores ocupacionais e predisposição genética.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Continuar a informar sobre os fatores de risco, incluindo o tabagismo, é essencial. Mas prevenir não pode significar culpabilizar. Nenhuma pessoa deve deixar de falar sobre sintomas, procurar apoio ou recorrer aos cuidados de saúde por receio de ser julgada&#8221;, reforça Isabel Magalhães, presidente da Pulmonale.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O combate ao estigma é hoje considerado uma dimensão importante na abordagem ao cancro do pulmão, numa altura em que o diagnóstico precoce continua a ser determinante para melhorar resultados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A iniciativa “O Cancro do Pulmão Não Tira Férias”, promovida pela AstraZeneca, conta com o apoio da Sociedade Portuguesa de Pneumologia (SPP), da Associação Portuguesa de Medicina Geral e Familiar (APMGF), do Grupo de Estudos de Doenças Respiratórias (GRESP), da Associação Pulmonale, da Associação Careca Power, da Associação Nacional das Farmácias (ANF), da Câmara Municipal de Lisboa e da CP – Comboios de Portugal.</p>
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		<title>ULS de São João transmite biópsia pulmonar de alta precisão em direto para congresso internacional</title>
		<link>https://mypneumologia.pt/atualidade/uls-de-sao-joao-transmite-biopsia-pulmonar-de-alta-precisao-em-direto-para-congresso-internacional/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gonçalo Martins]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 16:53:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Entre os dias 15 e 17 de julho, a cidade do Porto foi palco do Congresso Internacional da World Association of Sarcoidosis and Other Granulomatous Diseases (WASOG). Um dos momentos centrais do evento científico foi a transmissão ao vivo de um procedimento avançado de criobiópsia pulmonar, realizado a partir da Unidade Local de Saúde de [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Entre os dias 15 e 17 de julho, a cidade do Porto foi palco do Congresso Internacional da <em>World Association of Sarcoidosis and Other Granulomatous Diseases</em> (WASOG). Um dos momentos centrais do evento científico foi a transmissão ao vivo de um procedimento avançado de criobiópsia pulmonar, realizado a partir da Unidade Local de Saúde de São João. A demonstração teve como objetivo evidenciar o impacto das novas tecnologias de imagem na segurança e precisão destas intervenções.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A criobiópsia pulmonar é uma técnica minimamente invasiva, considerada fundamental para o diagnóstico definitivo de doenças complexas e frequentemente de difícil identificação, como a sarcoidose. O sucesso deste procedimento clínico depende, em grande medida, da exatidão na colocação das sondas e da confirmação da área pulmonar a biopsar. Para superar este desafio, a intervenção demonstrada recorreu à captação de imagens tridimensionais (3D) diretamente no bloco operatório, oferecendo à equipa médica uma visualização detalhada da anatomia do doente em tempo real.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em comparação com a broncoscopia 2D convencional, a integração de imagens 3D intraoperatórias representa um avanço significativo. Com os métodos tradicionais, não é possível garantir, por exemplo, o distanciamento necessário da pleura — que deve ser de pelo menos um centímetro — uma vez que a perspetiva visual não é perpendicular. A nova abordagem tridimensional permite não só assegurar esta margem de segurança, como também selecionar os locais de recolha de tecido de forma a evitar estruturas nobres e grandes vasos sanguíneos. Esta capacidade de planeamento e navegação reduz substancialmente o risco de hemorragias e complicações, o que se traduz, consequentemente, em menos tempo de internamento para os doentes e numa otimização dos recursos hospitalares.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A evolução desta tecnologia de imagem traz perspetivas promissoras para a pneumologia de intervenção em Portugal. A definição sem precedentes na visualização do pulmão não só apoia a atual biópsia de nódulos e doenças pulmonares difusas, como também abre caminho para o futuro da terapêutica ativa endoscópica. A longo prazo, este nível de precisão cirúrgica poderá ser a base para a realização de tratamentos ablativos diretos em lesões pulmonares malignas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A iniciativa pretendeu proporcionar uma experiência formativa diferenciadora, permitindo aos profissionais de saúde acompanhar todas as etapas do procedimento e observar, em contexto real, a utilização da tecnologia <em>Cone Beam Computed Tomography</em> (CBCT) através do sistema OEC 3D, da GE HealthCare, como ferramenta de apoio à orientação e validação do tratamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<item>
		<title>VSR: cobertura universal até aos 12 meses de idade promete reduzir o impacto da doença respiratória a partir de 2027</title>
		<link>https://mypneumologia.pt/atualidade/todos-os-bebes-ate-um-ano-passam-a-ser-elegiveis-para-imunizacao-contra-o-vsr-a-partir-de-setembro-de-2027/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sofia Freitas]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 15:04:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Direção-Geral da Saúde (DGS) anunciou que, a partir da campanha de vacinação sazonal de 2027, todos os bebés até um ano de idade passarão a ser elegíveis para a imunização contra o vírus sincicial respiratório (VSR), alargando a cobertura anteriormente aplicada. O anúncio foi feito pelo subdiretor da DGS, André Peralta Santos, durante a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A Direção-Geral da Saúde (DGS) anunciou que, a partir da campanha de vacinação sazonal de 2027, todos os bebés até um ano de idade passarão a ser elegíveis para a imunização contra o vírus sincicial respiratório (VSR), alargando a cobertura anteriormente aplicada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O anúncio foi feito pelo subdiretor da DGS, André Peralta Santos, durante a apresentação do relatório de avaliação da Campanha de Vacinação Sazonal 2025-2026. Segundo o responsável, a principal alteração consiste na eliminação dos critérios de elegibilidade que, nas campanhas anteriores, deixavam de fora os bebés nascidos em determinados meses do ano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Todos os bebés nascidos, que ainda não tenham sido imunizados contra o VSR, serão chamados para receber a imunização&#8221;, afirmou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com a DGS, a campanha realizada no último ano atingiu uma cobertura de cerca de 90%, contribuindo para a prevenção da doença grave causada pelo VSR em crianças até aos 12 meses.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante a apresentação, André Peralta Santos destacou ainda o reforço contínuo do Programa Nacional de Vacinação (PNV), lembrando que, no último ano, foram introduzidas novas vacinas contra pneumonias e meningites, além do alargamento da imunização contra o VSR e da vacinação contra a hepatite A.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Relativamente à hesitação vacinal, o responsável referiu que a DGS não identifica sinais relevantes na população pediátrica, embora acompanhe alguns focos localizados em regiões como o Algarve, Alentejo e Grande Lisboa. Neste contexto, sublinhou a importância do papel dos médicos e enfermeiros de família na prestação de informação e no esclarecimento de dúvidas dos pais, reforçando que as vacinas incluídas no PNV são seguras e eficazes na prevenção de doenças graves.</p>
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		<item>
		<title>ULS de São José supera 500 transplantes de pulmão</title>
		<link>https://mypneumologia.pt/atualidade/uls-de-sao-jose-supera-500-transplantes-de-pulmao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sofia Freitas]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 14:58:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Unidade Local de Saúde de São José – Hospital de Santa Marta (HSMarta) atingiu, em maio, um marco histórico na transplantação pulmonar em Portugal, ao ultrapassar os 500 procedimentos realizados desde o início do programa, há 25 anos. O doente que assinalou este momento, um homem de 67 anos com fibrose pulmonar, encontra-se em [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A Unidade Local de Saúde de São José – Hospital de Santa Marta (HSMarta) atingiu, em maio, um marco histórico na transplantação pulmonar em Portugal, ao ultrapassar os 500 procedimentos realizados desde o início do programa, há 25 anos. O doente que assinalou este momento, um homem de 67 anos com fibrose pulmonar, encontra-se em fase final de recuperação e próximo da alta hospitalar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Único centro nacional habilitado para a transplantação pulmonar, o HSMarta consolidou uma posição de referência nesta área, reunindo elevada experiência clínica e cirúrgica, com resultados alinhados com os melhores indicadores internacionais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Este importante marco só aumenta a nossa responsabilidade e o nosso sentido de dever nacional para com os doentes com insuficiência respiratória terminal”, salientam Luísa Semedo, coordenadora da Unidade de Transplantação Pulmonar, e Paulo Calvinho, responsável da especialidade de Cirurgia Torácica e coordenador cirúrgico da Unidade de Transplantação Pulmonar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Desde a realização do primeiro transplante de pulmão em Portugal, em 2001, pelo médico Henrique Vaz Velho, o programa do HSMarta tem vindo a integrar avanços relevantes, incluindo procedimentos combinados pulmonares e renais no mesmo ato cirúrgico e a reativação do programa de recondicionamento pulmonar através de perfusão pulmonar <em>ex vivo</em> (EVLP).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esta técnica permite avaliar e recuperar órgãos que, inicialmente, poderiam não apresentar critérios adequados, contribuindo para aumentar o número de pulmões disponíveis.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nas últimas duas décadas, a atividade da Unidade de Transplantação Pulmonar registou um crescimento sustentado, tendo atingido, em 2025, um novo máximo histórico, com 46 procedimentos realizados num único ano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O sucesso deste programa resulta também da articulação entre várias entidades envolvidas no processo de doação e transplantação, nomeadamente o Instituto Português do Sangue e da Transplantação (IPST), a GNR, o INEM, a Liga dos Bombeiros Portugueses, a Força Aérea Portuguesa, a PSP e a ANA Aeroportos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A ULS de São José destaca ainda o papel essencial dos dadores e das suas famílias, cuja decisão de doar continua a ser determinante para possibilitar novas oportunidades de vida a doentes com insuficiência respiratória terminal.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Comissão Europeia aprova novo tratamento para a fibrose pulmonar idiopática e progressiva</title>
		<link>https://mypneumologia.pt/atualidade/comissao-europeia-aprova-novo-tratamento-para-a-fibrose-pulmonar-idiopatica-e-progressiva/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sofia Freitas]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 14:44:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Comissão Europeia aprovou uma nova opção oral para adultos com fibrose pulmonar idiopática (FPI) e fibrose pulmonar progressiva (FPP). Esta solução reduz significativamente o declínio da função pulmonar em doentes com estas patologias progressivas e potencialmente fatais. A decisão da autoridade europeia disponibiliza o nerandomilast, uma molécula que apresenta um novo mecanismo de ação [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A Comissão Europeia aprovou uma nova opção oral para adultos com fibrose pulmonar idiopática (FPI) e fibrose pulmonar progressiva (FPP). Esta solução reduz significativamente o declínio da função pulmonar em doentes com estas patologias progressivas e potencialmente fatais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A decisão da autoridade europeia disponibiliza o nerandomilast, uma molécula que apresenta um novo mecanismo de ação para o tratamento de doentes com doenças pulmonares fibrosantes progressivas. O fármaco atua através da inibição preferencial da fosfodiesterase 4B (PDE4B), modulando vias celulares envolvidas nos processos inflamatórios e fibróticos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A FPI e a FPP são patologias irreversíveis e potencialmente fatais, caracterizadas pela formação de tecido cicatricial nos pulmões e pela consequente deterioração respiratória. Estima-se que estas patologias afetem mais de 500 000 pessoas na Europa. Apesar dos avanços registados nos últimos anos, aproximadamente metade dos doentes morre nos cinco anos após o diagnóstico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A aprovação baseia-se nos resultados do programa global FIBRONEER<img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/2122.png" alt="™" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> de fase III. Os ensaios FIBRONEER<img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/2122.png" alt="™" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />-IPF e FIBRONEER<img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/2122.png" alt="™" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />-ILD atingiram o <em>endpoint</em> primário, demonstrando que o nerandomilast reduziu significativamente o declínio da função pulmonar, medido através da capacidade vital forçada (FVC) ao longo de 52 semanas, em comparação com o placebo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Análises exploratórias agrupadas dos dois estudos revelaram ainda dados promissores de eficácia. Apresentados no Congresso Internacional da <em>European Respiratory Society</em> (ERS), os dados indicam que o tratamento com nerandomilast (18 mg) em monoterapia associou-se a uma redução de 59% do risco de morte comparativamente ao placebo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao longo do programa clínico, o nerandomilast revelou um perfil de segurança e tolerabilidade favorável e consistente. A diarreia figurou como o acontecimento adverso mais frequente, de intensidade maioritariamente ligeira a moderada. Em monoterapia, as taxas de descontinuação devido a acontecimentos adversos foram idênticas às registadas no grupo do placebo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com esta decisão da Comissão Europeia, a Boehringer Ingelheim reforça o seu compromisso no desenvolvimento de soluções terapêuticas inovadoras na área das doenças pulmonares fibrosantes, disponibilizando aos clínicos e aos doentes uma nova opção de tratamento.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>ULS Almada-Seixal cria Laboratório de Patologia Molecular</title>
		<link>https://mypneumologia.pt/atualidade/uls-almada-seixal-cria-laboratorio-de-patologia-molecular/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sofia Freitas]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 16:33:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Unidade Local de Saúde Almada-Seixal (ULSAS) inaugurou um novo Laboratório de Patologia Molecular, integrado no Serviço de Anatomia Patológica, reforçando a sua capacidade de diagnóstico molecular e a aposta na Medicina de Precisão. A nova infraestrutura permitirá otimizar a caracterização molecular dos tumores, reduzindo os tempos de resposta e apoiando decisões clínicas mais personalizadas. [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A Unidade Local de Saúde Almada-Seixal (ULSAS) inaugurou um novo Laboratório de Patologia Molecular, integrado no Serviço de Anatomia Patológica, reforçando a sua capacidade de diagnóstico molecular e a aposta na Medicina de Precisão. A nova infraestrutura permitirá otimizar a caracterização molecular dos tumores, reduzindo os tempos de resposta e apoiando decisões clínicas mais personalizadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O laboratório está equipado com tecnologia de Sequenciação de Nova Geração (<em>Next Generation Sequencing</em> – NGS), que possibilita a análise simultânea de centenas a milhares de genes a partir de uma reduzida quantidade de tecido, com resultados disponíveis em menos de uma semana. Segundo a ULSAS, esta capacidade permitirá uma resposta mais célere em termos de diagnóstico, estratificação prognóstica e definição da estratégia terapêutica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A nova valência destina-se a doentes oncológicos, sendo particularmente relevante em tumores cuja caracterização molecular é determinante para a seleção do tratamento. Os testes poderão ser solicitados por diferentes especialidades envolvidas na abordagem da doença oncológica, incluindo Pneumologia, Oncologia, Hematologia e Senologia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Citado em comunicado, Daniel Gomes Pinto, diretor do Serviço de Anatomia Patológica da ULSAS, considera que a criação do laboratório representa &#8220;um investimento forte na nossa capacitação técnica, com tecnologia de ponta&#8221;, acrescentando que esta aposta &#8220;traduzir-se-á em melhor qualidade de diagnóstico e em decisões terapêuticas mais personalizadas e eficazes&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para além da aquisição de equipamentos, a ULSAS reforçou a equipa com a contratação de um biólogo molecular e bioinformático com experiência na área, assegurando a implementação e operacionalização desta nova resposta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Também em comunicado, Pedro Correia Azevedo, presidente do conselho de administração da ULSAS, sublinha que o novo Laboratório de Patologia Molecular constitui &#8220;uma inovação extraordinariamente importante&#8221; para a instituição, destacando o investimento em tecnologias de última geração e em recursos humanos especializados como um passo relevante para melhorar a qualidade assistencial e consolidar a aposta da ULSAS na Medicina de Precisão.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Três subtipos de pneumonia grave abrem caminho a tratamentos personalizados</title>
		<link>https://mypneumologia.pt/atualidade/tres-subtipos-de-pneumonia-grave-abrem-caminho-a-tratamentos-personalizados/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sofia Freitas]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 09:40:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Investigadores da Universidade de Cambridge identificaram três subtipos biológicos distintos de pneumonia grave. Esta descoberta poderá contribuir para o desenvolvimento de estratégias terapêuticas mais personalizadas e melhorar o prognóstico dos doentes internados em unidades de cuidados intensivos (UCI). Publicado na revista Nature Communications, o estudo analisou doentes com suspeita de pneumonia grave internados na UCI [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Investigadores da Universidade de Cambridge identificaram três subtipos biológicos distintos de pneumonia grave. Esta descoberta poderá contribuir para o desenvolvimento de estratégias terapêuticas mais personalizadas e melhorar o prognóstico dos doentes internados em unidades de cuidados intensivos (UCI).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Publicado na revista <em>Nature Communications</em>, o estudo analisou doentes com suspeita de pneumonia grave internados na UCI do Hospital Addenbrooke’s. Para além dos exames habitualmente utilizados, a equipa avaliou células imunitárias, marcadores inflamatórios e a atividade genética de amostras recolhidas dos pulmões.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os investigadores identificaram três &#8220;pneumotipos&#8221; com características biológicas distintas e associados a diferentes respostas clínicas. Enquanto um dos subtipos esteve relacionado com uma recuperação mais rápida e menor necessidade de ventilação mecânica, outro apresentou inflamação persistente e maior gravidade clínica, podendo beneficiar de terapêuticas anti-inflamatórias dirigidas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Embora à primeira vista todos os doentes pusessem ter tipos semelhantes de pneumonia, com gravidade, níveis de oxigénio e diagnósticos clínicos comparáveis, os desfechos foram muito distintos&#8221;, explicou Mark Jeffrey, do departamento de medicina da Universidade de Cambridge.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o investigador, &#8220;a pneumonia grave não é uma única doença, mas sim várias condições biologicamente distintas que, por acaso, apresentam sintomas semelhantes&#8221;, uma descoberta que poderá ajudar a explicar porque alguns tratamentos têm apresentado resultados inconsistentes nos ensaios clínicos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A equipa pretende agora desenvolver uma ferramenta mais simples que permita identificar rapidamente o subtipo de pneumonia de cada doente. &#8220;Se soubermos qual o subtipo de pneumonia que um indivíduo tem, poderemos personalizar o seu tratamento com maior precisão&#8221;, afirmou Vilas Navapurkar, da unidade de cuidados intensivos John Farman do Hospital Addenbrooke’s.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O objetivo é facilitar a implementação de abordagens terapêuticas personalizadas e, potencialmente, reduzir a mortalidade, o tempo de internamento em UCI e a utilização de antibióticos.</p>



<p class="has-small-font-size wp-block-paragraph">LUSA</p>
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		<title>FOCUS-ON: Atualização clínica em Oncologia</title>
		<link>https://mypneumologia.pt/atualidade/focus-on-atualizacao-clinica-em-oncologia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sofia Freitas]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 09:44:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Como tem evoluído a abordagem no Cancro do Pulmão? O FOCUS-ON consiste num programa educacional concebido pelo Departamento Médico da Pfizer, composto por 10 módulos destinados a profissionais de saúde, que abordam diferentes temas da oncologia torácica com base na evidência científica disponível e na prática clínica.  Neste contexto, o Departamento Médico da Pfizer Portugal [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Como tem evoluído a abordagem no Cancro do Pulmão? O FOCUS-ON consiste num programa educacional concebido pelo Departamento Médico da Pfizer, composto por 10 módulos destinados a profissionais de saúde, que abordam diferentes temas da oncologia torácica com base na evidência científica disponível e na prática clínica. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Neste contexto, o Departamento Médico da Pfizer Portugal desenvolveu o FOCUS-ON, um curso em formato <em>e-learning, on-demand</em>, concebido para apoiar a prática clínica através de uma abordagem científica e atual.<br>O curso reúne especialistas nacionais e está organizado em diferentes módulos dedicados a várias patologias oncológicas, incluindo: cancro do pulmão, cancro da mama, cancro da próstata e mieloma múltiplo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O FOCUS-ON tem como principais objetivos: contribuir para a melhoria do diagnóstico, estadiamento e<em> follow-up </em>dos doentes oncológicos e atualizar o conhecimento sobre opções terapêuticas e gestão de complicações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Registe-se na plataforma e aceda ao curso através deste<a href="https://grv-eu-production.pfizer-eu.auth0.com/login?state=hKFo2SBsS3lsZzNzQ21Cbm9lSzNqOTcyQkszNW5JY2J5QllsY6FupWxvZ2luo3RpZNkgM0t0MDd1MDhpcFN4S2loWnVPTVZuZFA2TzZLQnZ0ZEajY2lk2SBJc3ExbWdVemVaaG5GQWg4UjFzZlBzQ0JXbUZUUVc5Rg&amp;client=Isq1mgUzeZhnFAh8R1sfPsCBWmFTQW9F&amp;protocol=oauth2&amp;response_type=code&amp;scope=openid%20profile%20email%20offline_access&amp;redirect_uri=https%3A%2F%2Fmedia.pfizermedical.pt%2Fgrv%2Fauthorize&amp;appId=11518170-e334-4de3-a714-5458a89454a9&amp;appVersion=production&amp;clientId=6827174eb7ce0&amp;mock=false&amp;locale=pt-pt&amp;env=production&amp;origin=https%3A%2F%2Fmedia.pfizermedical.pt&amp;screen=sign_in&amp;audience=https%3A%2F%2Fgrv-backend.pfizer.com&amp;form=signIn&amp;grv_analytics=false" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> link</a>.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">PP-UNP-PRT-1624 | junho 2026</p>



<p class="wp-block-paragraph">EM-PRT-ONC-0039 Versão 1.0</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>MDT Lung Talks: especialistas debatem desafios clínicos e avanços terapêuticos no CPNPC em estádio III</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Sofia Freitas]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 10:43:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Monte Real Hotel, em Leiria, acolheu no passado dia 16 de maio o MDT Lung Talks, um evento organizado pela AstraZeneca especificamente dedicado à discussão do cancro do pulmão de não-pequenas células (CPNPC) em estádio III. A News Farma esteve presente no evento e captou as imagens do ambiente e da dinâmica entre os [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">O Monte Real Hotel, em Leiria, acolheu no passado dia 16 de maio o MDT Lung Talks, um evento organizado pela AstraZeneca especificamente dedicado à discussão do cancro do pulmão de não-pequenas células (CPNPC) em estádio III. A News Farma esteve presente no evento e captou as imagens do ambiente e da dinâmica entre os participantes. Assista ao vídeo <em>best of</em>.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-vimeo wp-block-embed-vimeo"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="BEST OF - MDT Lung Talks: especialistas debatem desafios clínicos e avanços terapêuticos no CPNPC em estádio III" src="https://player.vimeo.com/video/1195370319?h=e28c8984f1&amp;dnt=1&amp;app_id=122963" width="640" height="360" frameborder="0" allow="autoplay; fullscreen; picture-in-picture; clipboard-write; encrypted-media; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin"></iframe>
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<p class="wp-block-paragraph">O encontro pautou-se por uma forte dinâmica de partilha, focando-se na discussão de <em>hot topics</em>, na análise da prática clínica real e na clarificação de um paradigma terapêutico que se encontra em profunda transformação. Dividido em sessões estratégicas, o programa científico permitiu cruzar os pontos de vista de diferentes especialidades, como a Oncologia Médica, a Cirurgia Torácica, a Radioncologia, a Pneumologia Oncológica e a Anatomia Patológica, evidenciando que o sucesso no tratamento do cancro do pulmão de não-pequenas células (CPNPC) em estádio III depende hoje, mais do que nunca, de uma visão a 360 graus sobre o doente e de uma discussão caso a caso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao longo do dia, as mesas de debate dividiram-se entre a abordagem minuciosa da doença ressecável inicial, o impacto das novas terapêuticas perioperatórias e os exigentes critérios anatómicos e biológicos que definem a ressecabilidade. Em paralelo, os tumores <em>borderline</em> e o tratamento de consolidação na doença irressecável dominaram as atenções, reforçando o papel histórico da quimiorradioterapia seguida de consolidação com Durvalumab na sobrevivência global.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O balanço final do evento sublinhou a importância inequívoca das reuniões de grupo multidisciplinar, deixando claro que colocar todas as especialidades “na mesma página” é o caminho fundamental para alcançar os melhores resultados clínicos.</p>
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		<title>Escolas e COVID-19: Estudo propõe estratégias mais flexíveis em futuras emergências de Saúde Pública</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Alice Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 11:42:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Investigadores da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa (Ciências ULisboa) concluíram, através de um estudo internacional publicado na revista Nature Communications, que o encerramento generalizado de escolas durante a pandemia de Covid-19 não foi a estratégia mais eficaz em todos os momentos. A eficácia destas medidas depende da fase da pandemia, da idade dos [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Investigadores da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa (Ciências ULisboa) concluíram, através de um estudo internacional publicado na revista Nature Communications, que o encerramento generalizado de escolas durante a pandemia de Covid-19 não foi a estratégia mais eficaz em todos os momentos. A eficácia destas medidas depende da fase da pandemia, da idade dos alunos e dos níveis de imunidade da população.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O trabalho, integrado no Instituto de Biosistemas e Ciências Integrativas (BioISI), analisou dados epidemiológicos e padrões de contacto entre diferentes faixas etárias. Os resultados demonstram que diferentes grupos etários impulsionaram a propagação do vírus em períodos distintos:<br>-Início da pandemia: Os adultos foram os que mais contribuíram para a propagação.<br>-Final de 2020 e início de 2021: O contágio foi mais expressivo entre os adolescentes, dentro e fora das escolas.<br>-Final de 2021: O papel principal na propagação da doença passou para as crianças do ensino básico.<br></p>



<p class="wp-block-paragraph">Face a estas conclusões, os investigadores defendem que, em futuras emergências de saúde pública, as autoridades devem optar por estratégias de encerramento adaptadas ao contexto epidemiológico e aos grupos etários que, a cada momento, mais potenciam a propagação, em vez de aplicar medidas uniformes a todas as instituições de ensino. O objetivo final é encontrar um equilíbrio mais preciso entre a proteção da saúde pública e a minimização dos impactos sociais e educativos das restrições.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Aceda ao estudo <a href="https://www.nature.com/articles/s41467-026-73344-1">aqui</a>. </p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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